Boeing vai transformar milhões em custos em lucro com impressora 3D

Da Redação

Por Da Redação

11 de abril de 2017 às 12:24 - Atualizado há 3 anos

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Um velho ditado já dizia: custos são como unha, tem que cortar sempre. Pois bem, a Boeing entendeu essa sabedoria popular e acaba de contratar a Norsk Titanium para imprimir partes inteiras do 787 Dreamliner em uma impressora 3D. Isso economizaria cerca de US$ 2 milhões para US$ 3 milhões de cada avião.

E, obviamente, essa redução de custos ou se transforma em lucro ou em maior competitividade da Boeing frente suas adversárias, como Airbus e Embraer (alô, Brasil!). Cada avião 787 Dreamliner, o mais moderno da empresa, custa cerca de US$ 265 milhões para montar – e não vende por muito mais que isso.

Mostra também que a companhia já vê a tecnologia da impressora 3D como matura o suficiente para ser colocada na estrutura de um avião, já que isso requer que as peças tenham uma grande durabilidade. Os custos de produção dessas peças eram de US$ 17 milhões tradicionalmente, enquanto nas impressoras deverão custar, inicialmente, US$ 14 milhões e US$ 15 milhões.

Inicialmente, pois, no futuro, a Norsk vai construir novas impressoras nos Estados Unidos, mais próximos das fábricas da Boeing. Atualmente, as impressoras ficam na Noruega e há um grande custo para transporte dessas peças pelo mar do Norte e oceano Atlântico.

A Boeing produz cerca de 144 Dreamliners em um ano típico (o que representaria até US$ 432 milhões de redução de custos) e já registrou perdas de US$ 29 bilhões relacionados a produção da aeronave. Contudo, a companhia passou a registrar lucro nas últimas encomendas, e isso deverá ficar cada vez maior com essa redução de custos.

A expectativa da Boeing é que começando a usar impressão 3D, isso vai abrir espaço para que a agência regulatória aceite novos usos – podendo baixar ainda mais os custos no futuro. A General Electric já imprime pedaços para aviões.

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