Xiaomi promete devolver dinheiro aos clientes se os lucros forem muito altos

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Por Isabella Câmara

25 de abril de 2018 às 19:00 - Atualizado há 3 anos

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A Xiaomi, uma fabricante chinesa de smartphones, fez uma promessa única: se ganhar muito dinheiro, a empresa devolverá parte de seus lucros aos clientes. Não, você não leu errado. Segundo Lei Jun, CEO da empresa, a Xiaomi manterá apenas 5% do lucro líquido, descontado os impostos, e “distribuirá o valor excedente por meios razoáveis ​​para seus usuários”.

Esse compromisso alinha-se perfeitamente com o foco principal da empresa de fornecer tecnologia de ponta, ou o mais próximo, a preços acessíveis. Muito se tem falado ao longo dos anos da gama de produtos Redmi que custam cerca de US$ 150, e inúmeras comparações são feitas entre os celulares Mi – que normalmente são vendidos de US$ 150 a US$ 300 – e os principais produtos da Apple e da Samsung. Nessa comparação, os modelos da Xiaomi são consideravelmente mais baratos.

Em alguns mercados, inclusive, a Xiaomi já até ultrapassou essas marcas líderes. Segundo relatórios da Counterpoint Research, a Xiaomi superou a Samsung como a marca líder de smartphones na Índia no último trimestre e durante o primeiro três meses de 2018, a companhia continuou a aumentar sua liderança enquanto a Samsung ficou para trás.

Mas os smartphones são apenas uma parte do amplo ecossistema da Xiaomi – que inclui dispositivos inteligentes e de “estilo de vida” e, principalmente, serviços que conectam todo o hardware. Isso inclui serviços como vídeo online, comércio eletrônico, produtos financeiros e outros serviços digitais.

Preços baixos e produtos de qualidade sempre estiveram na DNA da empresa – que passou de uma startup para uma das marcas mais conhecidas da Ásia. “Desde o início, embarcamos em uma busca incessante pela inovação, qualidade, design, experiência do usuário e avanços em eficiência, para fornecer os melhores produtos e serviços de tecnologia a preços acessíveis. Esperamos que nossos produtos e serviços ajudem nossos usuários a alcançar uma vida melhor”, disse a CEO e cofundador da empresa, Lei Jun.

A Xiaomi faz parte do ecossistema de inovação chinês, considerado o segundo maior mercado do mundo. Quer saber mais sobre as novidades da China? Leia nosso e-book gratuito.

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(Via: TechCrunch)