Você tem uma startup de AgroTech? Então responda e ajude nosso ecossistema

Da Redação

Por Da Redação

9 de setembro de 2016 às 16:13 - Atualizado há 4 anos

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Mapear dores comuns de empreendedores é uma excelente forma de conseguir fortalecer o ecossistema. Pessoas envolvidas nos mesmos setores normalmente enfrentam as mesmas dificuldades – e, sendo estas dores mapeadas, pode-se criar maneiras muito interessantes para ajuda-los.

É o que José Augusto Tomé, co-fundador da CanaTec e gestor da AgTech Garage, pretende com o 1º censo de startups de AgroTech do Brasil – ter uma visão detalhada da alma dos empreendedores que estão dentro deste segmento, tão importante para o desempenho da economia nacional. “Não é só mensurar, mas também entender o perfil dos empreendedores e as dificuldades”, afirma.

Com a participação das mais diversas startups de agrotech, os dados vão ser usados para desenvolver produtos e relações com as mais diversas organizações necessárias – este é um segmento que depende de muita conversa com segmentos do governo, por exemplo. “O censo vai ser bom não só para nós, mas tem muita gente interessada nesses dados. É algo que ajuda o ecossistema”, destaca.

Com o desenvolvimento do censo, a ideia é que você tenha um raio-X muito detalhado. “Tem muita informação que é bem específica ao setor. Com o resultado do censo, vamos saber quais as dificuldades, quais áreas podem avançar”, diz Tomé.

E o que ganha quem responde? Informações que podem ser úteis para o avanço da própria startup. “Temos 62 empresas participando do censo até agora. Para quem responde vai ser interessante para eles entenderem as dificuldades dos outros, terão um benchmark”, afirma.

Nas respostas, já dá para ver tendências claras que podem ser aproveitadas pelos empreendedores. “Em um resultado preliminar, percebemos que avicultura está um pouco fraca, embora o Brasil seja forte. É uma baita oportunidade para o empreendedor”, destaca.

Os dados vão estar abertos para quem está envolvido no ecossistema – o que deverá aumentar a quantidade de informações e fazer com que todos os agentes envolvidos sejam mais efetivos. “Quem está planejando ações, como aceleradoras, governos, podem usar esses dados para fazer ações mais efetivas”, completa.

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