Você conhece a compra de mídia programática?

Avatar

Por Erica Queiroz

23 de Maio de 2016 às 11:24 - Atualizado há 5 anos

Logo Black Friday 2020

Nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

Vem aí a melhor formação de líderes do Brasil

Logo Liderança Exponencial Aprenda as novas competências fundamentais para desenvolver uma liderança exponencial e desenvolva diferenciais competitivos para se tornar um profissional de destaque no mercado.

100% online, aulas ao vivo e gravadas

Próxima turma: De 14 a 17/Dez, das 19hs às 22hs

Inscreva-se agora

Para falar sobre a mídia programática, vou, primeiramente, contar um breve relato da evolução da mídia online.

 

Nos primórdios da internet, a veiculação de anúncios online ocorria de um modo muito simples: de um lado estava o vendedor, chamado de publisher (sites), e do outro o comprador (qualquer anunciante ou agência que o representasse).

 

Inicialmente, a venda era feita por impressões (via CPM, custo por mil impressões) e todos os visitantes de um website viam o mesmo anúncio, sem nenhuma segmentação (gênero, idade, localização…). Com o passar do tempo, os sites foram crescendo e abrindo inúmeras páginas internas e aí essa venda começou a ficar complicada, pois havia diversos espaços à venda em cada página. Como resultado, muito do inventário não era vendido e assim havia uma subutilização do mesmo, que era ruim tanto para o vendedor quanto para o comprador, gerando a necessidade de automação, uma vez que tornou-se praticamente impossível realizar e otimizar o processo de forma manual.

 

É aí que entra a mídia programática. A mídia programática nada mais é do que um modo tecnológico e automatizado de vender e comprar mídia, via plataforma, sendo a sua forma mais conhecida aquela que usa o “Real Time Bidding” (RTB).

 

RTB consiste num leilão em tempo real, que disponibiliza anúncios segmentados por público. As empresas fazem as suas ofertas e quem der o maior lance terá o seu anúncio divulgado. Devido à segmentação, um garoto que gosta de surf, sorvetes e músicas, por exemplo, verá mais anúncios relacionados a esses produtos. E deixará de ver anúncios relacionados a iates, produtos para idosos, produtos infantis… Ou seja: a partir dos dados de um determinado usuário, o anúncio que será exibido a ele será relacionado ao seu perfil.

 

Muita gente acha que a mídia programática é mais cara, mas ela pode ser exatamente o oposto: se você vende para a pessoa certa, na hora certa, no lugar certo, a compra e venda de anúncios é muito mais efetiva. Desta forma, o anunciante deixou de comprar impressões que atingiam muito mais um público que não era seu, do que o seu propriamente dito. Imagine quanto dinheiro um anunciante jogava fora, ao vender para o público errado!

 

Como o processo é automatizado, ele acaba sendo mais rápido (não há negociação humana entre comprador e vendedor) e também reduzindo erros humanos.
De forma bem simples e objetiva, essa é a mídia programática. Se você quiser entender um pouco mais sobre ela, recomendo que assista a este vídeo em inglês do IAB (International Advertising Bureau), que também explica sobre outros coadjuvantes que podem atuar no processo, como ATDs, DSPs e SSPs.