Um recado para as grandes empresas: o Uber foi só a ponta do iceberg

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Por Júnior Borneli

6 de dezembro de 2016 às 10:00 - Atualizado há 4 anos

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Nos últimos anos, as startups têm transformado o mundo. Empreendedores de garagem têm criado negócios altamente inovadores que têm desafiado empresas bilionárias e transformado mercados centenários.

Do Uber ao Airbnb, do Nubank ao Easy Taxi, transformações estão acontecendo em todos os setores da economia. Mas isso é apenas a ponta do iceberg. Mudanças ainda mais profundas vão acontecer e as startups continuarão ditando o ritmo do que irá surgir no futuro.

Das mudanças profundas que tiveram origem no Vale do Silício, como Facebook e Google, aos gigantes aplicativos chineses WeChat e Alipay, as transformações estão acontecendo por todos lados, todos os dias.

Saiba como inovar em parceria com as startups. Participe do Corporate Class, veja como aproveitar as melhores oportunidades e aprenda com quem está obtendo ótimos resultados.

Manter-se competitivo nunca foi tão complexo. Seus maiores concorrentes do próximo ano pode estar nascendo agora e quando você se der conta disso, pode ser tarde demais. As startups têm conquistado cada vez mais espaço e avançado sobre mercados tradicionais, abocanhando cada vez mais clientes. Como uma empresa tradicional pode competir com tamanha inovação e voracidade?

A lógica do pensamento empreendedor foi invertida nos últimos anos. Não se criam mais produtos para os clientes, mas sim com os clientes. A ideia não é mais, por exemplo, colocar computadores nos carros, mas rodas nos computadores, como faz a Tesla, que está redefinindo um dos mercados mais tradicionais do mundo, o automobilístico.

O poder mudo de mãos, ele não está mais concentrado nas empresas, e sim nos clientes. É daí que vem o sucesso das startups: elas estão dispostas a resolver os problemas das pessoas, dando a elas a palavra final. Você se acha imune a isso? Provavelmente na última vez em que você reservou um hotel ou escolheu um restaurante, o fez a partir dos comentários e recomendações de outros consumidores. É um caminho sem volta.

No início desse processo, as grandes empresas entenderam que o melhor a se fazer era “engolir” a startup que a desafiava. Hoje o pensamento é oposto: é impossível vencer essa batalha e o único caminho é a coexistência, sustentada pela oportunidades comuns aos dois universos. E é daí que surge o Corporate Venture, que aproxima e conecta grandes empresas a startups inovadoras.

Esse movimento tem crescido no mundo todo e empresas gigantescas como Bradesco, Itaú, Natura, Embraer, Telefônica, Basf, Serasa e tantas outras têm se aproveitado disso. Quem chega primeiro, bebe água limpa.

O StartSe, empresa da qual sou co-fundador, criou o evento Corporate Class, que mostra os caminhos para que as grandes empresas inovem em parceria com as startups.

Esse encontro acontece no dia 13 de dezembro, em São Paulo. As inscrições podem ser feitas pelo site www.corporateclass.com.br.