Um dos setores mais promissores vai gerar US$ 12 trilhões em 4 anos

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Por Da Redação

23 de novembro de 2016 às 18:35 - Atualizado há 3 anos

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Daqui quatro anos, estaremos escolhendo novos prefeitos para nossas cidades. Estaremos vivendo, porém, vidas potencialmente muito mais eficientes do que a que vivemos hoje.

Isso por conta de uma nova tecnologia que está chegando aos poucos, mas que deverá mudar a sua vida completamente nos próximos anos: a internet das coisas. Serão US$ 6 trilhões investidos neste mercado em 4 anos, de acordo com este estudo, que prevê retorno sobre capital investido de US$ 12 trilhões em 4 anos.

O que estamos vendo, senhoras e senhores, é um setor tão grande, mas tão grande, que vai ter o tamanho do PIB americano INTEIRO. Com investimentos que vão representar 1,25% do PIB MUNDIAL neste período. NENHUM SETOR é tão poderoso assim.

Eu já falei dela em várias oportunidades e vou falar em outras tantas (aliás, é assunto rotineiro no Conexão Vale do Silício). Até 2020, serão 30 BILHÕES de dispositivos conectados à internet. Hoje não passa de 2 bilhões (e a maioria é celular e computador). Uma revolução SEM PRECEDENTES atingirá a terra.

Mudanças significativas ocorrerão

Praticamente todos os setores terão melhorias incrementais a serem feitas com o tempo. Nossa vida será melhorada em cada melhoriazinha que for pensada. É uma tecnologia realmente transformadora.

Uma máquina de uma indústria, por exemplo, pode ser conectada à internet das coisas e enviar dados em tempo real de seu funcionamento – melhorando e muito o trabalho fabril. Menos tempo paradas para manutenção.

Aparelhos em hospital coletarão dados sobre pacientes e transmitirão automaticamente para os médicos, que terão tempos de resposta muito mais curtos por conta disso e muito mais informações para descobrir o que os enfermos possuem.

O trânsito vai desaparecer com a quantidade de dados que vai existir sobre a direção, horário. Planejar a vida urbana vai ficar muito mais possível com a internet das coisas – e isso deverá fazer com que os governos corram atrás dessas soluções como pessoas no deserto correm atrás de água.

Aliás, o estudo prevê 7 bilhões de aparelhos conectados em grandes cidades monitorando vários aspectos. Além do trânsito, a internet das coisas vai poder analisar o ar, incêndios, qualidade da água, vazamentos, barulho, radiação…

Fora isso, Seguradoras vão poder avaliar muito melhor o teu perfil, te dando preços justos baseado nas ações que você faz. Você vai poder controlar sua casa de longe, saber o que comprar baseado no que tem na sua geladeira ou não, adquirir coisas com o apertar de um botão… muitas mudanças. Muitas MESMO.

Hora de empreender

Um ponto que eu gostaria de ressaltar que esta é uma OPORTUNIDADE DE OURO para quem quiser empreender. Isso já está acontecendo em vários lugares do mundo, nos Estados Unidos, 43% dos novos carros já estão conectados à internet. Não são apenas os modernões da Tesla.

O preço dos sensores está caindo muito, de US$ 1,50 em 2004 para menos de US$ 0,75 em 2014. Deve chegar a uns US$ 0,30 em 2020. Isso facilita muito a criação de novos negócios usando este tipo de tecnologia e acessibilidade deles.

Fazer uma startup está cada vez mais barato. O que faltam são boas ideias e boas execuções: e é para isso que estamos presentes, tentando ajudar nossos leitores através de cursos como o Startup de A à Z.

Empresas estão atrás disso

Os grandes investidores destes US$ 6 trilhões, porém, devem ser as grandes empresas. Elas vão correr para montar laboratórios de Pesquisa & Desenvolvimento no assunto, mas lamento informar que não será a melhor forma de entrar neste mercado GIGANTESCO.

De acordo com o estudo, mais da metade dos US$ 6 trilhões, cerca de US$ 4 trilhões virão do bolso de grandes empresas. Todas elas ansiosas por maneiras inovadoras de melhorar seus processos já existentes.

Como a tendência é que várias startups surjam assim, é mais fácil que grandes empresas se relacionem com startups que inovem neste campo. Eu já tive uma prova disso no prêmio EDP Open Innovation – da Energias de Portugal -, em que a startup brasileira que venceu fazia uma solução para que turbinas comunicassem possíveis falhas.

Grandes empresas serão obrigadas a comprar startups aos MILHARES para se manterem melhores no que fazem por conta da Internet das Coisas, abrindo caminho para o enriquecimento de muitos empreendedores.

Antevendo essa tendência de relacionamento, criamos o Corporate Class, um evento em São Paulo para que grandes empresas aprendam a se relacionar com startups e ganhem os benefícios deste tipo de parceria. Clique aqui para conhecer.

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