Tecnisa inova a partir de drones e programas de apresentação para startups

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

12 de dezembro de 2017 às 13:28 - Atualizado há 2 anos

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Romeo Busarello é gerente de marketing na empresa de construção Tecnisa. Ele apresentou como grande empresa está inovando a partir de startups na Corporate Startup Innovation da StartSe que está acontecendo hoje, no World Trade Center.

Busarello apresentou o programa de inovação da Tecnisa, o Fast Dating. No programa, criado em 2011, há cada 21 dias empresas têm 10 minutos para apresentarem seus projetos inovadores para a Tecnisa. Se os executivos expressam interesse em trabalhar com as empresas, elas são convidadas para uma reunião com tempo de duração indeterminado.

Para Busarello, a inovação pode estar no atendimento, no modelo de negócios de uma empresa ou em qualquer outro lugar. Por isso, uma das principais competências que as empresas devem possui ao trabalhar com inovação é ter paciência. “É muito tempo gasto na seleção, mas o ganho é subadjacente em inovação e cultura da empresa”, afirmou o gerente de marketing na Corporate Startup Conference. “As empresas precisam ter duas ou três pessoas só para lidarem com inovação”.

Ter paciência e, ao mesmo tempo, buscar inovação é necessário porque ela está acontecendo dentro ou fora das grandes empresas. “A Gig Economy é a economia do trabalho, não do emprego, e tudo vai virar plataforma”, afirmou. Como exemplo, Romeo Busarello citou as startups Singu – que leva profissionais de beleza a atender clientes onde quer que estejam – e Get Ninja, que é utilizada pela própria Tecnisa.

A Get Ninja tira a relação judicializada dos funcionários da responsabilidade da Tecnisa, que reduz seus custos trabalhistas pois contrata profissionais treinados na plataforma. No caso da Tecnisa, os colaboradores são treinados e passam a trabalhar na plataforma, agindo sob demanda.

Outra maneira que a empresa inovou foi trazendo drones para filmar o status das obras para seus clientes. A visão trazida pelo aparelho é uma visão imersiva, que mostra cada detalhe e ângulo de forma ágil e fácil.  “Drone em 2011 era algo quase inviável para o Brasil, mas as coisas acontecem”, comentou Busarello. E foi assim que a Tecnisa foi abrançando ainda mais a tecnologia e inovação em uma grande corporação.

Nova Economia

Para Busarello, a Nova Economia traz a colaboração entre as empresas, ao invés da competição de antigamente. Esse é um movimento que só traz bons frutos para os envolvidos. A competição continua existindo, é claro, mas agora a colaboração passa a ser o ponto mais importante na relação.

Para trazer a inovação para as empresas, o gerente de marketing acredita que é necessário educação, networking, paciência, alma digital e mudança – “Você é, sendo”, afirmou.

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