Superbowl da tecnologia; o que Google, Apple e Yahoo fazem nele?

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Por Da Redação

5 de fevereiro de 2016 às 11:31 - Atualizado há 4 anos

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O futebol americano chega ao ápice neste domingo (7), com o principal jogo do ano: o Superbowl, a disputa que definirá o grande campeão do esporte. E este ano ele é especial, já que acontece no meio do Vale do Silício, diratamente do Levi’s Stadium – casa do San Francisco 49ers.

Denver Broncos e Carolina Panthers se enfrentam depois de uma longa temporada, que culmina em uma das maiores festas do esporte mundial. E desta vez, as grandes empresas do Vale do Silício resolveram se envolver pesado desde a concepção do evento, o 50º do tipo.

Apple, Google e Yahoo patrocinam o comitê organizador – que, em edições anteriores, era financiado pelo governo ou por grupos ligados ao setor de turismo. Outras grandes da região, como Intuit, HP, SAP e Uber também estão patrocinando, o que transformou esse no “Superbowl da Tecnologia”.

Essas empresas doaram mais de US$ 50 milhões para a realização da partida e também contribuíram com recursos humanos para isso: Marissa Mayer, CEO do Yahoo, participa do comitê organizador, juntamente com o CEO da Intel, Brian Krzanich e um vice-presidente do Google, David Drummond.

Tão tecnológico que a própria proposta de usar o Levi’s Stadium foi levada para a NFL pelos organizadores usando iPads Minis ao invés de papel em 2012, algo que era incomum naquele ano. E o estádio conta com todos os tipos de mimos tecnológicos possíveis, como, por exemplo, um sistema de iluminação capaz de controlar automaticamente a quantidade de luz.

Além disso, o estádio fica muito das sedes de algumas das maiores empresas do Vale do Silício. Do campus do Google você chega em 15 minutos de carro, 20 minutos da sede da Apple e 10 minutos do prédio do Yahoo!. Só fica um pouco mais distante do Facebook, que está em um distância de 25 minutos de carro.

E o que querem as empresas de tecnologia? O apoio da força política local – a grande maioria está envolvida em projetos de expansão de seus campus. Por exemplo, a Apple está construindo um (gigante) em Cupertino e tem planos para mais um e esbarrou nas leis da região.

Além disso, o Uber entrou no comitê e conseguiu fazer com que o aplicativo se tornasse “o transporte oficial” dos que não tem carro durante o evento. Só terá a competição por parte do Google, que disponibilizou 5.000 ônibus para movimentar as pessoas antes e depois do jogo.

O Superbowl é uma “festa tipicamente americana” e tomará boa parte da noite do domingo. Neste ano, o show do intervalo contará com a banda Coldplay, acompanhado pelo músico Bruno Mars e por Beyoncé. Quem será que ganha? O mundo da tecnologia já saiu na frente…