Startup montou um robô para conseguir montar a pizza perfeita

Da Redação

Por Da Redação

2 de setembro de 2016 às 16:29 - Atualizado há 4 anos

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Hoje é sexta-feira e boa parte dos brasileiros vão comer uma pizza no final de semana. E lá no Vale do Silício, muitas pessoas deverão comer uma pizza da Zume Pizza, uma startup que produz… pizzas. Da maneira tecnológica como é costume da região, claro.

A empresa, fundada por Julia Collins, tem uma visão estilo Elon Musk em relação a pizza. Ela quer revolucionar a experiência de se comer pizza e, eventualmente, expandir para outros mercados. Collins está interessada em construir a Amazon da comida no longo prazo.

Para isso, a cozinha é composta de alguns poucos funcionários (apaixonados pela ideia de produzir pizza assim) e alguns robôs com cara de linha de montagem de carros, mas que possuem nomes de pessoas de verdade.

E eles são usados para fazer a pizza mais gostosa. O primeiro é Pepe, que joga o molho de tomate na massa de pizza, para Marta espalhar depois (de maneira mais igual do que funcionários humanos). E por fim, Bruno, com seis braços, coloca e tira eles em caixas.

Mas não são caixas normais! São caixas cujo design permite que a massa da pizza continue crocante, feitas de cana de açúcar.

A tecnologia não para aí: um algoritmo determina a ordem das entregas para que elas cheguem na melhor qualidade possível. Julia, porém, não acredita que isso seja o suficiente.

O próximo passo é entregar a pizza em caminhões que fazem a pizza enquanto se dirigem a casa do cliente. Já existe um caminhão em teste, que recebe ofertas e começa a cozinhar conforme vai chegando próximo dos destinos. Ele é especialmente desenhado para impedir que as pizzas deslizem e se estraguem.

Como esse caminhão é grande e imprático, muitas vezes ele pode funcionar como um hub para entregas, com funcionários assumindo motos e bicicletas para realizar a entrega final – de uma pizza que ficou pronta apenas 2 minutos antes.

É revolucionário e também assustador: fica cada vez mais claro que computadores e robôs deverão assumir muitos empregos que antigamente eram ocupados por humanos – em uma escala nunca antes vista.

(via TechCrunch)

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