Startup do dia: empreendedora cria startup que aumenta 200% o ensinamento

Da Redação

Por Da Redação

15 de agosto de 2016 às 22:10 - Atualizado há 4 anos

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A Já Entendi – startup de inteligência educacional que tem a missão de fomentar o desenvolvimento profissional da base da pirâmide por meio de videoaulas, apps e games – tem como principal diferencial sua metodologia, baseada em ferramentas pedagógicas para potencializar a atenção do aluno e aumentar a taxa de aprendizado.  Testes da metodologia indicaram um aumento de 200%  na taxa de sucesso em uma prova aplicada  quatro meses após a aplicação do conteúdo (de 34% com o método tradicional, para 82% na metodologia).

“A nossa plataforma de ensino é totalmente pensada para o público que atendemos: a base da pirâmide. Ela tem design clean e não dá muitas opções para o usuário, com o intuito de não causar confusão e distração durante o processo de aprendizado”, afirma Gladys Mariotto, CEO e fundadora da Já Entendi.

O método foi desenvolvido a partir da própria experiência de Gladys Mariotto, que é portadora de TDAH, e fez o primeiro vestibular aos 36 anos e foi aprimorando a metodologia ao longo de sua trajetória acadêmica. Hoje, a empreendedora é formada em Belas-Artes, Filosofia, com pós-graduação em História da Arte e Sociologia, Mestrado em Filosofia e Doutoranda em educação.

“Este diferencial trouxe ao Já Entendi o reconhecimento do mercado, o que se expressa nos vários prêmios (mais de 40) que conquistamos”, afirma Mariotto. Foi justamente por causa de um desses prêmios que mudamos o rumo da empresa, que até então focava apenas em vestibulares e ENEM. “Com a mudança de rumo, a Já Entendi aumentou seu faturamento 50 vezes em apenas seis meses e mais 20 vezes nos seis meses seguintes”, comemora a empreendedora.

Ao todo, já são mais de um milhão de trabalhadores treinados em áreas como segurança do alimento, hospitalidade, limpeza, segurança e saúde do trabalho, vendas, comunicação e comportamento. “Dos empregos gerados no Brasil, 90% possuem remuneração de até dois salários mínimos. A maioria das empresas foca muito na capacitação das posições de liderança e, quando resolvem fazer cursos para a base da pirâmide, utilizam metodologias inadequadas a este público”, reforça a CEO da Já Entendi.

Um dos principais desafios é justamente a falta de informatização do público alvo. ” Por trabalharmos com a base da pirâmide, nossos usuários são “deskless” (ou seja, não trabalham em uma mesa, muito menos com um computador à disposição). Como apostamos no ensino à distância, precisamos convencer as empresas em fazer um investimento em estrutura física tecnológica para esse projeto ser viabilizado. Entretanto, as empresas rapidamente recuperam o investimento a partir do aumento de produtividade, reconhecendo que investir em educação traz retorno imediato ao negócio.”, avalia Mariotto.

A empresa pretende continuar ampliando as áreas dos cursos oferecidos. “Acreditamos muito neste nicho de mercado e, em breve, iniciaremos a comercialização de cursos destinados ao consumidor final e a pequenas e médias empresas em áreas que ainda não atendemos, mas que são uma demanda do mercado. Desenvolveremos esses cursos de maneira plena pela Já Entendi ou em parceria com alguma empresa ou instituição de classe, por exemplo”, finaliza Gladys Mariotto.

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