Startup do dia: conheça uma startup brasileira que opera em 130 países

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Por Marcos Viesti

13 de setembro de 2016 às 20:04 - Atualizado há 4 anos

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O maior desejo de boa parte – se não de todos – os empreendedores brasileiros que estão começando a sua startup, é o de torná-la reconhecida globalmente. As principais dificuldades encontradas para isso são: encontrar um investidor e a falta de um produto globalizado. Inverter a lógica de abertura e começar a empresa “de fora para dentro” pode ser uma saída para se alcançar esse objetivo.

Foi assim com a Pipefy, do fundador e CEO Alessio Alionço. Funcionando em mais de 130 países, a startup, que é uma plataforma online de gestão para PMEs, viu o exterior como o ponto de saída para a empresa.  

Segundo Alessio, o principal motivo de abrir uma empresa internacional foi a possibilidade de um mercado de atuação maior. “No exterior, temos uma maior possibilidade de receber investimentos e poder crescer em escala potencial em pouco tempo, desde que o produto tenha grande qualidade, claro”, revela o CEO.

Outro diferencial das empresas estrangeiras, se comparadas com as nacionais, é que o processo de abertura de uma empresa internacional ocorre de uma forma um pouco mais facilitada do que no Brasil.

Isso porque a legislação brasileira torna o processo muito mais lento (com a burocracia) e caro (com os encargos trabalhistas e os altos impostos). “Além disso, as empresas abertas no Brasil vêm a ter grandes dificuldades de investimentos, principalmente se for uma empresa de inovação, e acabam sendo empresas pequenas que não conseguem uma inserção significativa no oceano de concorrentes”, reforça Alionço.

Ainda segundo o empreendedor curitibano, para ter uma empresa internacional é fundamental que ela seja internacional desde a fundação, ou seja, que todo o conteúdo seja em inglês, que os funcionários estejam preparados para essa língua, que o nome da empresa seja fácil de pronunciar em outras línguas e que se tenha contatos e aliados em outros países, pois isso é fundamental para entrar nesse concorrido mercado. “É importante começar a pensar global desde o primeiro instante, senão o empreendedor ficará envolvido com os desafios locais e dificilmente pensará em expandir para outros países posteriormente” analisa o CEO da Pipefy.

Mas nem tudo são barreiras para as empresas abertas no Brasil. “Por ter uma visão ampla e segura do mercado nacional, o empreendedor brasileiro é capaz de entender o mercado economicamente e socialmente. Além de trabalhar no país que fala a sua língua e principalmente saber da cultura nacional. Tudo isso abre espaço para o crescimento e fortalecimento da sua marca e da sua empresa. “Com confiança, os mares internacionais podem não ser uma barreira”, finaliza Alessio Alionço.

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