Startup de US$ 45 bilhões que promete “matar a Apple” bate em parede invisível

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Por Da Redação

3 de julho de 2015 às 13:55 - Atualizado há 5 anos

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SÃO PAULO – A empresa considerada a “startup mais valiosa do mundo” acaba de bater em uma “parede invisível”: estagnação. Cinco anos depois de ser fundada, a fabricante de eletrônicos chinesa Xiaomi, já vale US$ 45 bilhões e vende cerca de 35 milhões de smartphones por semestre, mostra o Business Insider. O problema é que as vendas não crescem desde o começo do ano.

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A empresa é a única que verdadeiramente incomoda a Apple – e especialistas afirmam que ela pode ser parte de uma revolução que pode destruir a gigante de Cupertino e outras imensas do setor de tecnologia. Com a estagnação da startup chinesa, porém, fica difícil de acreditar que esse será o destino.

A Xiaomi, que no Brasil adotou o nome de Mi Brasil, tinha uma meta agressiva de 100 milhões de smartphones neste ano. Não alcançará se manter o ritmo, mesmo com a entrada em novos mercados, como Índia e o Brasil. Mas o que causou a estagnação da startup? O sucesso do iPhone 6, possivelmente o smartphone da Apple de maior sucesso na história.

Só na primeira metade do ano, a Apple já vendeu 109 milhões de celulares, um crescimento de 40%. A Apple tem forte presença em todo o mundo, enquanto a Xiaomi está basicamente restrita a China. E lá no gigante asiático, a empresa fundada por Steve Jobs conseguiu um semestre tão forte que ultrapassou a Xiaomi e assumiu o 1º lugar.

Isso é impressionante, principalmente se você considerar a diferença do preço de cada produto: na China, o iPhone 6 é vendido entre US$ 650 e US$ 1,000 – enquanto os da Xiaomi, que são considerados bons celulares, são vendidos por US$ 100 a US$ 300.

Isso pode ser um pequeno problema na vida da Xiaomi ou um realmente grande. Com o acirramento da competição no mercado de smartphones, lucrar tem sido cada vez mais difícil e apenas a Apple e Samsung tem conseguidos bons resultados na última linha do balanço entre as companhias que divulgam seus resultados. Portanto, crescer, fortalecer a marca e vender produtos mais lucrativos é a única opção para a Xiaomi se ela quiser se tornar a número 1.