Startup do Cubo: Getup acelera transformação digital de empresas

Agilidade no desenvolvimento e ciclos mais curtos de atualização é mandatório para quem quer ser competitivo dentro da economia digital

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Por Lucas Bicudo

23 de dezembro de 2016 às 18:38 - Atualizado há 3 anos

O Cubo Coworking Itaú recentemente comemorou seu primeiro aniversário e promoveu um evento para empreendedores, investidores, representantes de grandes empresas, imprensa, startups e influenciadores do ecossistema. O StartSe esteve lá e teve a oportunidade de conhecer de perto as residentes da casa e seus projetos inovadores. Queremos te contar uma por uma, por isso damos início a série Startups do Cubo. A de hoje é a Getup.

Agilidade no desenvolvimento e ciclos mais curtos na atualização das aplicações é mandatório para quem quer ser competitivo dentro da economia digital.

Por essa razão containers de aplicação estão no centro da transformação de TI das empresas, seja na forma de escrever e rodar software, ou na gestão da infraestrutura.

Diferente de servidores tradicionais ou em nuvem, o uso de containers permite que você rode múltiplas aplicações por servidor, de forma isolada e segura, aumentando o percentual de utilização das máquinas.

“A redução pode chegar a 80% em alguns casos”, afirma Diogo Goebel, CEO da Getup.

Além da tecnologia de containers, a startup usa também o Kubernetes, sistema para gerenciamento de containers criado pelo Google e hoje um projeto open source com mais de 1 mil contribuidores.

O Kubernetes é o responsável por escolher onde provisionar a aplicação, escalar a infraestrutura quando um pico de acessos ocorrer ou procurar outro servidor no cluster caso ocorra alguma falha – tudo automático e com zero intervenção manual.

“A eficiência operacional é incomparável. Para os desenvolvedores é self-service de infraestrutura e projetos sendo iniciados em minutos. Para os times de operações é o fim das tarefas manuais. Mas não basta tecnologia, é preciso ajudar as empresas na adoção e a entender as melhores práticas no que chamamos de Cloud-Native Applications”, continua o CEO.

A solução roda em qualquer infraestrutura, cloud ou datacenter próprio do cliente. Clientes menores são atendidos pela oferta Public PaaS, disponível no site. Empresas maiores, através da solução dedicada – Private Managed ou On Premise.

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