Ser competitivo nunca foi tão complexo e vital como agora

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Por Júnior Borneli

3 de março de 2017 às 11:31 - Atualizado há 4 anos

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Há 15 anos, eram necessários US$ 5 milhões de dólares para se criar uma empresa de tecnologia. Hoje, com a popularização da maioria dos recursos, esse custo caiu para menos de US$ 5 mil dólares.

Isso significa que os seus maiores concorrentes do próximo ano podem estar nascendo agora. Assim como a solução inovadora para os principais problemas da sua empresa. Esse tema, aliás, será discutido amplamente durante o Corporate Class, que reunirá executivos de grandes empresas que estão inovando a partir de empresas recém criadas.

Definitivamente, a era das startups chegou. Não há empresa no mundo imune a esse movimento. Grandes empresas, bilionárias e centenárias, estão sendo desafiadas por empreendedores de garagem. A pergunta que devemos fazer hoje não é “se”, mas “quando” o nosso mercado sofrerá uma disrupção promovida por uma empresa recém criada.

Quando analisamos o S&P 500, o ranking que reúne as 500 maiores empresas do mundo, é possível identificar uma mudança profunda: em meados do século passado, o tempo de permanência de uma empresa no ranking era de 60 anos. Hoje esse tempo está na faixa dos 20 anos. Esse é um efeito claro da dificuldade em se manter competitivo por muito tempo.

Em nenhuma momento da história tantas empresas superaram a marca de US$ 1 bilhão de dólares em valor de mercado. O Slack, aplicativo de comunicação corporativa, levou apenas 1 ano para atingir essa marca. Atualmente vale US$ 3 bilhões e tem apenas 3 anos de vida. A inovação é o motor de propulsão dessa revolução. A regra de ouro hoje em dia é: inove ou morra tentando.

Contudo, as startups não devem ser vistas como uma ameaça, mas sim como uma enorme oportunidade. Ao passo que as startups têm a vantagem da velocidade, da desburocratização e da ousadia dos empreendedores, as grandes empresas têm mercado, canais de distribuição, carteiras de clientes e expertise. O movimento mais natural é o da união e não do enfrentamento.

Há alguns caminhos claros para que isso aconteça. Vamos detalhá-los durante o Corporate Class, treinamento que reúne executivos de grandes empresas interessados em se aproximar de startups. Em resumo, as grandes empresas podem: contratar startups, adotando suas soluções inovadoras para seus principais problemas; acelerar startups, promovendo ciclos de inovação e aceleração de startups inovadoras, colhendo os benefícios dessa iniciativa; criar startups, trazendo para dentro de casa empreendedores brilhantes que estão a frente das inovações; investir em startups, criando programas eficazes de corporate venture, fusões e aquisições e quesitos legais.

Algumas empresas como Visa, Tecnisa, Banco Cetelem, L’Oreal, Bradesco, Itaú e tantas outras enxergaram essas oportunidades e estão obtendo ótimos resultados.

Participe do Corporate Class e conheça todos os detalhes desse movimento e saiba aproveitar as oportunidades.