Residente do Cubo: conheça Leonardo Teixeira e o fundo BlueWhale

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Por Lucas Bicudo

8 de fevereiro de 2017 às 14:29 - Atualizado há 4 anos

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O Cubo Coworking Itaú recentemente comemorou seu primeiro aniversário e promoveu um evento para empreendedores, investidores, representantes de grandes empresas, imprensa, startups e influenciadores do ecossistema. O StartSe esteve lá e teve a oportunidade de conhecer de perto as residentes da casa e seus projetos inovadores. Queremos te contar uma por uma, por isso damos início a série Startups do Cubo. O de hoje não é uma startup, mas sim um fundo de investimentos: BlueWhale.

“A BlueWhale Investimentos surgiu em 2014 como branding e forma de criar uma marca de investimentos pessoal. Em março de 2015, conheci o Flavio Pripas em uma viagem ao South by Southwest em Austin, no Texas. Rapidamente construímos um bom relacionamento e ele gentilmente me convidou para ser residente do Cubo, que à época ainda era um projeto. Eu aceitei e felizmente sou testemunho de um sucesso sem precedentes, em termos de uma iniciativa privada de criação de um ecossistema de empreendedorismo no país”, discursa o sócio-investidor Leonardo Teixeira.

Engenheiro de Produção pela Poli, com MBA pelo Insper e certificação de Venture Capital pela UC Berkeley, Leonardo sempre foi uma pessoa aficionada por tecnologia, característica que o aproximou naturalmente do empreendedorismo digital e ecossistema startups. A forma de entender melhor o segmento foi através da filiação a uma rede de anjos.

“Decidi parar e repensar o que queria fazer dos próximos 15 anos da minha vida. Não que não estivesse feliz com o trabalho e as oportunidades, mas queria experimentar coisas novas, me desafiar novamente, empreender um pouco e eventualmente eliminar alternativas com experiência vivida”, continua.

Em seu quarto ano como anjo, Leonardo já contabiliza 15 investimentos em startups, como Skore, Parafuzo, Geek Hunter, Redação Nota 1000, Linte e Netshow.Me, por exemplo.

A BlueWhale está crescendo e amadurecendo para tornar-se a Lotus Venture Investments. Em sociedade com Claude Ricci e Thiago Ramalho, também investidores-anjo, a Lotus será um fundo de Venture Capital focado em empresas de early stage – seed/pré-série A. A operacionalização do fundo está prevista para o primeiro semestre de 2017.

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