Queda de 40% mostra que brasileiros estão trocando o iPhone novo pelo usado

Da Redação

Por Da Redação

27 de julho de 2016 às 13:17 - Atualizado há 4 anos

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A Apple não está tendo bons resultados no Brasil em 2016, conforme divulgou a consultoria Gartner. A venda de iPhones caiu 40% em comparação com o ano passado, fazendo a Apple perder market share (hoje a companhia tem menos de 5% de mercado).

É verdade que todo o mercado sofreu com queda, na média a queda geral foi de 25% de queda, porém a Apple acabou sofrendo mais. A crise econômica é apontada como o grande fator de redução, além da falta de novidades dos aparelhos que aumenta o ciclo de troca. Hoje uma pessoa troca de celular em média a cada 18 meses.

A empresa que mais perdeu foi a LG que perdeu que viu suas vendas caírem 58,4%. Quem menos perdeu foi a Samsung, 15% de queda, fazendo com que seu market share cresça ainda mais.

Uma das apostas da Apple é o lançamento do iPhone SE que tem um valor mais baixo e é mais atrativo para pessoas que não tem condições de pagar por modelos mais caros. O modelo de entrada iPhone 6S tem preço base de R$ 3.999, enquanto o SE parte de R$ 2.700.

Queda no Mercado não é Vista no Mercado de Usados

Enquanto as vendas de aparelhos novos caem, o mercado de usados comemora. A empresa Brused que comercializa smartphones e tablets usados pela internet viu suas vendas crescerem mais de 80% em relação ao mesmo período do ano passado.

“Como trabalhamos com smartphones usados e atuamos nas duas pontas, tanto comprando quanto vendendo aparelhos, nossa operação fica extremamente atrativa nesses momentos de crise.”, diz Bruno Fuschi, um dos fundadores da empresa. “Quem está pensando em fazer uma graninha para poder comprar um novo aparelho acaba recorrendo a nosso negócio para vender seu aparelho. E aquelas pessoas que estão em busca de comprar um novo aparelho e não pagar um preço tão alto também encontram em nossa empresa uma boa oportunidade”, finaliza.

A empresa espera continuar com o mesmo crescimento ao longo do ano, dobrando a quantidade de negócios em relação a 2015.

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