Os 3 motivos que fizeram o LinkedIn aceitar ser comprado por US$ 26,2 bilhões

Da Redação

Por Da Redação

13 de junho de 2016 às 16:40 - Atualizado há 4 anos

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Bilhões de dólares não é uma coisa que você recusa todos os dias (desde que você não seja o Snapchat), mas as histórias de grandes aquisições como a que aconteceu hoje geralmente envolvem mais do que só dinheiro. Elas também envolvem situações e ambições.

A Microsoft gastou US$ 26,2 bilhões para comprar o LinkedIn. E o LinkedIn topou, muito embora ela já tenha valido mais do que US$ 30 bilhões na vida. E ficou empolgada com as possibilidades que se abriram ao ser comprada. Foram três os fatores que deixaram o LinkedIn aberto a uma negociação com a Microsoft:

As ações estavam mal

Com capital na bolsa, o LinkedIn não estava com uma perspectiva muito positiva. As ações caíram mais de 43% em 1 ano e não se acreditava que elas ganhariam valor novamente. Isso foi primordial para o começo das conversas da empresa, em fevereiro deste ano – após o LinkedIn avisar que esperava menos deste ano.

A Microsoft comprou o LinkedIn por US$ 196 por ação, uma alta frente os US$ 133 da sexta-feira, mas muito abaixo dos US$ 270 do começo de 2015. Os investidores certamente se lembravam daquela época e queriam uma saída. Ela chegou.

Os negócios de propaganda estavam desacelerando

Os negócios de propaganda representavam 18% de todas as receitas do LinkedIn e estavam crescendo em um ritmo muito abaixo do esperado. Depois de crescer 56% do segundo quarto de 2015 sobre 2014, foram “apenas” 20% do mesmo período de 2016 para 2015. E a expectativa era um crescimento de menos de 10% no próximo ano.

Juntar-se a Microsoft pode ajudar bastante, pois agora eles podem vender anúncios conjuntamente com toda a rede da Microsoft e atingir muito mais gente. No mínimo, a Microsoft terá os recursos para levar mais pessoas para o LinkedIn, impulsionando esta linha no resultado.

Crescimento preocupava

O LinkedIn não cresceu muito em 2015 e isso era um problema. Por mais que mais pessoas se cadastrassem, o número de usuários únicos não cresceu no ano e as pessoas olhavam menos páginas dentro do LinkedIn.

O crescimento voltou a aparecer, mas este tipo de problema costuma ser recorrente (como mostra o Twitter). Agora, a Microsoft pretende levar o LinkedIn para o mais de 1 bilhão de usuários do Office no mundo e isso pode ajudar no crescimento da rede social.

(Via Recode)

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