O ponto de ônibus poderá avisar se for melhor ir de táxi ou Uber

Protótipo de ponto de ônibus conectado mostra painéis interativos que mostra, entre outras informações, como está o trânsito

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Por Paula Zogbi

27 de janeiro de 2016 às 12:16 - Atualizado há 4 anos

SÃO PAULO – Não saber quanto tempo falta para o seu ônibus passar é um problema de muitas pessoas que vivem em grandes cidades, que vem sendo resolvido aos poucos com apps que supostamente mostram onde cada carro se encontra. Mas imagine se além dessa informação você também soubesse como está o trânsito no caminho que seu ônibus percorre? E sem precisar gastar seu pacote de dados do celular?

É o que propõe a Otima, empresa responsável atualmente pela gestão de espaços publicitários, manutenção e instalação de abrigos de ônibus na cidade de São Paulo, em seu stand interativo que contará na nona edição da Campus Party Brasil.

Durante os 6 dias de evento, que ocorre entre 26 e 31 de janeiro, o ponto de ônibus do futuro estará à mostra, propondo informações sobre rotas de ônibus, clima e trânsito, além de fotografias e conectores para que os usuários carreguem seus aparelhos eletrônicos e wifi gratuito. Em outras palavras: está trânsito demais? O ônibus ainda está na garagem? Use o wifi para chamar um Uber ou táxi e não chegar atrasado.

A empresa promove também uma “hackathon”, ou maratona de hackers, onde os campuseiros – participantes do evento – poderão desenvolver ideias de projetos aplicáveis em cidades inteligentes, não necessariamente para os totens de ônibus. “Temos opções para que eles trabalhem com internet das coisas, sensores, reconhecimento facial, eles podem usar o que quiserem para criar as soluções tecnológicas, sem limites. Disponibilizaremos tudo o que eles precisarem aqui”, afirma o representante da Otima. Entre 21h desta terça e a manhã do dia 31 as ideias poderão ser trabalhadas.

Segundo o representante da empresa, é um protótipo e uma ideia – sem previsões de lançamento real em São Paulo ou qualquer outra cidade. “Queremos incentivar que as pessoas pensem em soluções para este tipo de aplicação”, completa.