O Google pode quebrar um dos pilares do modelo de negócios da Apple

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Por Lucas Bicudo

20 de Maio de 2016 às 12:08 - Atualizado há 5 anos

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Na I/O, conferência anual de desenvolvimento do Google, que rolou na última quarta-feira (18), foram apresentadas as novas tecnologias desenvolvidas pela companhia mais valiosa do mundo no último ano. Entre os novos features que contemplam a nova geração N de seu sistema operacional para aparelhos móveis, destaque para o Android Instant Apps.

Trata-se basicamente do jeito que o Google talvez tenha achado para inviabilizar um dos modelos que mais rendeu dinheiro para a Apple até agora: a App Store.

Com a possibilidade de abrir aplicativos através de módulos de ação, sem a necessidade de baixar e instalá-los, o Google inicia agora a corrida pelo desenvolvimento de um novo modelo de negócios capaz de monetizar o mercado de aplicativos.

O modelo é similar ao da web, larga zona de conforto para o Google, que fez seu nome em cima do comportamento do público no espaço da internet e onde as propagandas podem ser colocadas de modo que esse público seja atingido preferencial e especificamente. E isso a Apple não consegue dominar com tanta maestria, basta ver o fracasso da loja para Mac.

Quando você clica em um link, o Google Play roda o aplicativo instantaneamente e aciona apenas os módulos necessários para que a atividade que está sendo proposta rode sem a necessidade de instalação. Monetizar um aplicativo agora seria de acordo com a demanda que o público geraria para cada um de seus módulos requeridos, ou seja, propagandas de vídeo só apareceriam em caso de solicitação de atividade de vídeo.

O exemplo dado foi o de um usuário clicando em um link de vídeo do Buzzfeed para checar uma receita. No caso, a pessoa foi levada diretamente para o módulo do aplicativo que reproduz vídeos, tendo sido carregado em apenas dois segundos. Agora os desenvolvedores do aplicativo do Buzzfeed não monetizariam apenas com o download do app, mas com a atividade modular requerida pelo público em uma determinada ocasião – no caso, a de reprodução de vídeos.

(via Business Insider)

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