Mercado já atingiu o fundo do poço com a crise? Parece que sim!

Da Redação

Por Da Redação

5 de agosto de 2016 às 12:47 - Atualizado há 4 anos

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Dizer que a crise econômica brasileira não atrapalhou o mercado brasileiro de startups é exagero, mas que ela atingiu o setor muito menos do que os outros setores é a percepção de várias pessoas do mercado que o StartSe tem conversado recentemente.

Uma das pessoas que acreditam nessa tese é Sandro Cortezia, diretor executivo da aceleradora Ventuir. “Dizer que a crise ‘não faz diferença’ seria um pouco forte. Não dá para se dizer que a crise não tenha atrapalhado os investimentos. Porém o reflexo foi muito inferior a outros setores da economia. Em alguns casos, literalmente, não foi sentido”, destaca.

Se há startups que nem perceberam que a crise estava acontecendo e continuaram em uma trajetória positiva de investimentos, outras partes do mercado deverão apresentar alguma melhora no momento. “Creio que já tenhamos atingido o “fundo do poço” e, em minha opinião, o segundo semestre será positivo”, destaca.

É importante notar que a melhora da percepção do que acontece em Brasília e a diminuição dos solavancos e mudadas de rumos constantes do governo de Dilma Rousseff, agora impedida provisoriamente, deverá fortalecer o mercado. “A questão política, com a troca de governo, tende a propiciar maior estabilidade e, consequentemente, maior interesse dos investidores”, destaca.

Para ele, o corporate venturing é um mercado muito interessante que crescer nos próximos meses. O mercado tem se desenhado de uma forma interessante neste sentido, pois parece que é a hora das companhias buscarem empresas e “deixarem de procrastinar”.

“Acreditamos muito na conexão de startups com o mundo corporativo”, salienta, destacando que as empresas precisam buscar novas companhias para estarem a par das inovações e não correrem o risco de passarem por uma disrupção.

Ou seja, as empresas deverão comprar fatias de startups (ou elas inteiramente) para conseguir avançar uma oportunidade de negócio. “Entendemos que há um espaço para startups que agreguem valor e propiciem inovação à rede de valor das médias e grandes empresas”, afirma Cortezia.

Além disso, o corporate é uma boa oportunidade de exit para qualquer investidor, incluindo aí as diversas aceleradoras, como a própria Ventuir. “Nossa aceleradora está dando especial atenção a essa oportunidade”, destaca o diretor.

Quanto ao futuro, é bom que se realce que as expectativas são extremamente positivas, a começar aí pela regulação do mercado de equity crowdfunding pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). “Pelos comentários que tenho ouvido, destaca-se a simplificação das práticas de governança corporativa para as investidas do FIP – Capital Semente. A princípio, isso nos parece positivo”, explica.

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