Mercado Edtech será o mais rentável nos próximos anos

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Por Júnior Borneli

14 de fevereiro de 2017 às 10:06 - Atualizado há 4 anos

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O mercado da educação é grande. Estamos falando de US$ 5 trilhões de dólares girando no mundo todos os anos. No entanto, poucas pessoas se deram conta disso e existe um oceano azul enorme para ser explorado. Os que vierem primeiro, vão navegar por águas calmas.

Mas agora o gato subiu no telhado! A ascensão de um novo mundo de educação e aprendizagem começou, e a estimativa de investimento global até 2020 é de US$ 252 bilhões. Assim como a digitalização transformou a indústria de serviços financeiros, ela também terá logo seu ponto máximo no mercado educacional. É isso o que será debatido no Edtech Class, encontro que reunirá os principais agentes do mercado educacional.

Durante os últimos 150 anos, a maioria dos modelos de aprendizagem – especialmente em relação às crianças – mudou muito pouco: um professor ou palestrante fica na frente da sala de aula explicando ideias ou introduzindo fatos enquanto os alunos sentam e ouvem com materiais de aprendizagem, livros e apostilas.

O mercado Edtech está pronto para ser o maior e possivelmente mais lucrativo setor a ser digitalizado.

Agora, porém, as tecnologias digitais estão começando a transformar as salas de aula. Mais alunos estão usando computadores ou tablets, e os professores estão cada vez mais usando telas para ilustrar aspectos de suas aulas. Os livros didáticos físicos estão sendo substituídos por serviços interativos on-line mais atualizados e aprofundados, que permitem que os alunos explorem e aprendam a seu próprio ritmo.

Isso é importante por causa de dois fatores determinantes. Primeiro, os alunos de hoje já nascem com DNA digital. Quando consideradas como um negócio, as instituições de ensino precisam atender à demanda digital de seus consumidores – as pessoas que estão constantemente expostas a tecnologias digitais fora da sala de aula passaram a esperar as mesmas capacidades digitais dentro das quatro paredes de um ambiente de aprendizagem.

Em segundo lugar, o mundo está se tornando rapidamente consciente da divisão crescente de habilidades digitais em nossa sociedade. O digital será em breve o núcleo de todas as indústrias. Já estamos vendo isso acontecer, dos recursos humanos aos cuidados de saúde, passando pela indústria da moda. De fato, daqui a quatro anos, o Reino Unido deverá prever 2,3 milhões de trabalhadores qualificados através de conteúdos digitais, onde se aprende sozinho. Estamos preparando adequadamente nossos jovens para um mundo de trabalho como esse? Muitos diriam que não. De fato, apenas 10% das escolas oferecem qualquer tipo de aula de ciência da computação. Se não começarmos, a nível escolar, a expor os alunos à tecnologia existente fora da sala de aula, o hiato das competências será em breve um vale que não pode ser superado.

Além de ser a única indústria de tecnologia a ter acesso direto a escolas, faculdades e universidades, as Edtechs também são a aposta mais segura para os investidores. Ao contrário dos altos e baixos dos mercados financeiros, o Edtech permanece constante, protegido de muitas das pressões de uma paisagem geopolítica mais ampla. É um pouco de um refúgio seguro para o dinheiro investidores. E, como visto acima, serão mais de 250 bilhões de dólares até 2020.

Mas esta é apenas a ponta do iceberg. As oportunidades que o mercado Edtech promete aos maiores provedores de conteúdo do mundo, às maiores instituições de ensino e a qualquer investidor que esteja procurando uma “coisa certa” são quase infinitas. Embora possa ser um pouco tarde para isso, o mercado Edtech está pronto para ser o maior e possivelmente mais lucrativo setor a ser digitalizado.

Se você quer entender mais sobre a revolução que já está acontecendo no mercado educacional, participe do Edtech Class. O encontro acontece em São Paulo, no dia 30 de março, e reunirá mais de 400 executivos desse mercado.