Fintech Class: conheça a ABFintechs e algumas de suas associadas

Atualmente, no Brasil, são mais de 220 fintechs em atividade – a Associação Brasileira de Fintechs surge para organizar e expandi-las

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Por Lucas Bicudo

10 de novembro de 2016 às 14:50 - Atualizado há 3 anos

Ontem (9), aconteceu a primeira edição do Fintech Class, evento do StartSe completamente voltado para essas empresas que estão revolucionando o mercado financeiro. Quem começou os trabalhos foram os sócios da casa Marcelo Maisonnave e Mauricio Benvenutti, para falar sobre como o empreendedorismo é capaz de mudar o mundo.

Também foram ao palco Thiago Alvarez, co-fundador do Guia Bolso, Marc Lahoud, fundador e CEO da Quero Quitar, e Sandro Reiss, fundador e CEO da Geru, para contar um pouco sobre suas trajetórias.

Quem ficou encarregado por mais um painel foi Paulo Deitos, da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs). Atualmente, no Brasil, são mais de 220 fintechs em atividade. Era preciso uma organização entre elas. Com isso, a associação surge para gerar negócios, aproximar-se de órgãos reguladores, ampliar o mercado, expandir internacionalmente e causar impacto social.

“O mercado nacional é bastante promissor e não fica atrás de nenhum outro. Já temos bastante competitividade, portanto faltava uma união de nossas forças. Este é o primeiro capítulo da transformação”, comenta.

A iniciativa é liderada pelos executivos Rodrigo Soeiro Ubaldo, da Allgoo, Paulo Deitos, da Urbe.me, Bernardo Pascowitch, da Yubb, José Prado, Conexão Fintech, Mathias Fischer, do Meu Câmbio e Ricardo Motta, da Cariocas.

Na sequência rolou uma rodada de pitches com algumas das fintechs que associadas à ABFintechs. O primeiro foi o da Start Me Up, com Diego Perez. Trata-se de um marketplace de equity crowdfunding – forma de investimento coletivo o qual empresas buscam recursos para viabilizarem seus modelos de negócios. A startup se diferencia de outras plataformas existentes no mercado por permitir que qualquer pessoa com um valor inicial de R$ 100 possa investir e se tornar sócia de um negócio.

Depois veio a apresentação da SmartMEI, com Marcelo Picchi. A ideia central é acabar com a burocracia para empreender no Brasil. Estamos falando de um aplicativo desenvolvido exclusivamente para as MEIs, que ajuda a estarem em dia com o governo, de maneira simples e prática. Saiba se seus impostos (DAS) estão em dia, faça declarações anuais (DASN) em poucos minutos, visualize os dados cadastrais da sua empresa, controle o faturamento mensal e acompanhe o crescimento de sua empresa.

Por último veio a Foxbit, na palavra de João Canhada. A startup hoje já é responsável por mais da metade da compra e venda de bitcoins no Brasil. Na prática, ela funciona como uma corretora e fornece um serviço de intermediação. Pense na empresa como um Mercado Livre, que oferece apenas uma plataforma na qual o usuário pode encontrar compradores ou vendedores de bitcoin.

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