Fim dos RH: os humanos deixaram de ser apenas um “recurso”

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Por Júnior Borneli

24 de setembro de 2019 às 09:03 - Atualizado há 1 ano

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Todo mundo já deve ter ouvido a frase “pessoas são o que há de mais importante nas empresas”. Mas será que realmente acreditamos nisso ou agimos para que isso seja verdade?

Até aqui as pessoas foram tratadas como um “recurso humano”, assim como um “recurso tecnológico” ou um “recurso natural”. Será que isso faz sentido hoje em dia?

Antes da Revolução Industrial, quando não existiam as máquinas, quanto mais “recursos humanos” tivéssemos, melhor. Éramos uma soma simples de braços em busca de um resultado previsível e esperado. Uma pessoa produz 10 panelas por dia. Duas produzem 20, três produzem 30 e assim por diante.

O mundo evoluiu, máquinas infinitamente mais eficientes que nossos braços foram criadas, mas nós continuamos presos a uma área específica dentro das empresas que cuida dos “recursos humanos”.

O que o mundo tem nos mostrado, nas últimas décadas, é que esse modelo nos tornou limitados. Fomos formados para seguir padrões e entregar os resultados esperados. Os que questionavam este modelo normalmente eram punidos com demissões ou eram colocados nas famosas “geladeiras”, ou seja, esquecidos em áreas irrelevantes das empresas.

Porém, como um arauto de liberdade, algumas companhias entenderam que as pessoas são, na verdade, os verdadeiros protagonistas. De um simples “recurso”, foram elevadas à condição de “alma da empresa”.

Isso deu início a uma revolução. Mercados tradicionais e consolidados começaram a ser abalados por empresas novas, com pessoas livres para pensar, questionar e experimentar o novo.

Nessas empresas o RH explodiu suas paredes e deixou de ser um departamento. Ele é maior do que isso, é a própria empresa. E esse movimento interno impulsionou o movimento externo: clientes também estão se tornando protagonistas!

Não é à toa que empresas como Nubank, Creditas, QuintoAndar, CargoX e também a StartSe estão no topo do ranking publicado pelo LinkedIn, como as mais desejadas para se trabalhar hoje no Brasil.

O que elas têm de diferente? Fazem uma gestão por contexto e não por controle. Contratam pessoas boas e as deixam em paz. Incentivam a inovação e são tolerantes ao erro. Adoram a diversidade. Têm propósito. São meritocráticas.

Se você atua num Departamento de Recursos Humanos, existe uma oportunidade enorme de fazer a diferença. Toda grande mudança começa com o primeiro passo.

E é em busca destas oportunidades que 4 mil gestores de RH se reunião no RH Day 2019, que vai reunir as empresas mais inovadoras e desejadas do país. Elas vão compartilhar suas melhores práticas na gestão de pessoas e mostrar como é possível derrubar as paredes do RH e transformá-lo o coração da empresa.

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