Evento de Venture Capital traz cases da DOMO Invest e Hotmart

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Por Lucas Bicudo

11 de abril de 2017 às 15:45 - Atualizado há 3 anos

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Hoje (11), a Capital Aberto convidou Rodrigo Borges – sócio da DOMO Invest – e João Pedro Resende – CEO e fundador da Hotmart -, para encabeçar o debate do Painel Venture Capital e Empreendedorismo, em São Paulo, sobre o mercado de VC no Brasil e no exterior. Outros investidores e empreendedores também participaram do evento. Muitas reflexões relevantes brotaram no encontro – destacamos algumas delas aqui para você.

O primeiro tema discutia as unicórnios. A letra foi para os dois. Defendeu-se que empresas que chegam a esse patamar estimulam sim o desenvolvimento do próprio ecossistema, mas não podem ser o objetivo final. O negócio pode ficar engessado – o que vai contra todas as premissas de uma startup.

Depois foi papo de investimento. Rodrigo Borges, da DOMO, disse que “em relação à captação, no Brasil existem muitos investidores interessados e muitos já começam a entender que o mercado de VC é uma alternativa para investimento. Quanto ao perfil de empreendedor, isso tem evoluído muito, cada vez encontramos empreendedores melhores e mais bem preparados para receberem investimento”.

Teve também internacionalização. Aí quem assumiu a fala foi o CEO da Hotmart, que é uma plataforma de negócios digitais, que começou no mercado nacional e, para iniciar sua expansão internacional, apostou no mercado hispânico. “Testamos o negócio lá e provamos que funciona. Partimos então para os mercados latinos, com mais semelhanças em relação ao Brasil, e agora, seguimos rumo a outros continentes”, explica João Pedro Resende.

“A internacionalização não é condição de sucesso do empreendedor, mas quando a startup e seus sócios conseguem dar esse salto, a valorização patrimonial é exponencial”, intervém Borges.

“Para haver expansão, com certeza, precisa-se de faturamento. E nós, na Hotmart, conseguimos fazer isso em função de termos criado um mercado que não existia, a partir de implementação tecnológica no timing certo para fazer o negócio acontecer. Portanto, para crescer não precisa ser global, porque o primeiro passo consiste em faturar e possuir uma tecnologia disruptiva. Feito isso, o acesso a capital será muito importante para dar velocidade ao desenvolvimento internacional”, complementa Resende.

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