Estratégia do Snapchat para se tornar gigante: comprar mais e mais startups

Da Redação

Por Da Redação

9 de setembro de 2016 às 12:15 - Atualizado há 4 anos

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Muitas vezes uma empresa precisa realizar aquisições para poder continuar relevante no longo prazo. Isso já é dado, praticamente uma verdade absoluta em nosso tempo. É muito mais barato e efetivo comprar empresas iniciantes do que investir baldes de dinheiro em equipes internas de inovação (que estarão restritas a poucas quantidades de cabeças).

A novidade é que nem só as empresas grandes, as chamadas corporações, estão usando esta tática atualmente. Startups também estão adquirindo companhias menores para fortalecer suas posições. É o que o Snapchat vem fazendo (e que agora tem uma linha de crédito especialmente para isso, diretamente do Morgan Stanley).

A companhia elimina assim a necessidade de vender mais equity até o IPO, proposto para o ano que vem. A última captação da empresa levantou US$ 1,8 bilhão – o suficiente para “fazer a festa” no mercado de startups.

Nos últimos dois anos, a companhia adquiriu a Vergence Labs, produtora de óculos inteligentes, por US$ 15 milhões para começar sua própria divisão de hardware, pagou US$ 50 milhões para comprar a Scan.me, que faz QR Codes e US$ 150 milhões para a Looksery, que criou os filtros que existem no aplicativo atualmente.

Este ano foram duas aquisições de US$ 100 milhões: a Seene, que faz selfies 3D, e a Bitstrips, que criou a tecnologia por trás dos Bitmojis. E está em conversas para adquirir ao menos mais uma: a Vurb, planejadora social, por cerca de US$ 110 milhões.

Com essa estratégia, o Snapchat garante que sempre tem boas melhorias na sua plataforma e aumenta sua atratividade perante os usuários, impedindo assim que se torne uma companhia estagnada. É a sua única forma de combater o rolo compressor do social que tem sido o Facebook…

(Via TechCrunch)

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