Crise? Na verdade, é melhor ainda para investir em startups; “muitas oportunidades por aí”

Da Redação

Por Da Redação

12 de julho de 2016 às 17:52 - Atualizado há 4 anos

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Ninguém nega que o Brasil está vivendo uma das piores crises dos últimos anos. Mas no nosso segmento, startups, a questão não é tão ruim assim! Na verdade, não é nem um pouco ruim: o setor cresce, os investimentos aumentam. “Investimento-anjo tem aumentado, ao contrário do que indicaria uma crise”, diz Pedro Waengertner, co-fundador da ACE.

E a despeito de uma melhoria da crise ou não, o semestre que se inicia deve ser ainda melhor, na visão do empreendedor – responsável pela maior aceleradora da América Latina. “No Brasil o investimento tem aumentado, e a gente deve continuar com essa escalada, com esse aumento no próximo semestre”, destaca.

Não quer dizer que a crise não atrapalhe um pouco. Mas a recuperação econômica deve conseguir apagar o que ela traz de ruim. “Eu vejo um aumento potencial no investimento-anjo decorrente da situação econômica, que tende a melhorar nos próximos meses”, salienta.

Ela atrapalha principalmente quem está começando a investir neste mundo – e ainda não possui o conhecimento e segurança tradicionais de quem entende exatamente o que está fazendo e pode ensinar. “A crise assusta o investidor que não é profissional, que está começando a investir em startups”, conta Pedro.

Para os grandes investidores, profissionais, a crise na verdade é uma coisa boa – ajuda a investir em ativos mais baratos para colher mais tarde, quando a economia estiver bem. “Não deveria assustar quem é profissional, até por que o investimento é de médio a longo prazo. Até muito mais de longo prazo do que de médio. E se ele quer colher de cinco a dez anos, então o fato de estarmos vivendo uma crise agora é vantajoso, pois ele comprar isso de maneira mais barata e colher os frutos, teoricamente, quando o Brasil estiver em uma curva ascendente”, afirma.

Contudo, isso não significa que essas oportunidades precisam estar restritas aos investidores profissionais e que o mercado está maturando para oferecer novos produtos aos investidores – e ele destaca o que é possível fazer na própria ACE. “Os investidores-anjos podem investir nas startups da ACE, seja individualmente quanto no portfólio inteiro. Isso trouxe um novo tipo de investidor que não tem tanto tempo para se dedicar à atividade de investir“, conta.

Existem uma infinidade de boas oportunidades que estão por aí. “O investidor profissional sabe identificar essas oportunidades. E uma oportunidade óbvia atualmente é investir em startups de alta performance”, diz.

Ele destaca que alguns setores estão com melhores prospectos melhores que outros. “Fintech está muito quente no Brasil, startups de agricultura também está ganhando um interesse crescente, além dos tradicionais saúde e educação, que são grandes oportunidades para o Brasil. Tem muita oportunidade por aí”, destaca.

Ele chama a atenção também para um fator que deve fazer grandes diferenças no setor de startups: a regulação por parte da CVM do mercado de equity crowdfunding, que deverá ser fundamental para o crescimento do mercado. “Temos muita coisa para evoluir, a CVM está muito interessada em criar condições para investimento de startups. Temos boas discussões pela CVM, como a despersonalização da pessoa jurídica, um dos grandes empecilhos para o investimento em startups no Brasil”.

Para ele, a melhoria das condições do mercado brasileiro deverão criar um novo ciclo de melhorias. “Se acertamos essas leis e regulação que permitam o acesso mais fácil do startups, temos um potencial de ganhos muito grande para o próximo ano. A melhoria do mercado atual é inevitável, estamos em um processo de melhoria há alguns anos. Devemos colher isso nos próximos. Por enquanto ainda é nicho, mas melhorando as condições para os investidores vamos obter um sucesso maior ainda”, conclui.

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