Cibercrime: o que são os ataques pela internet e como se previnir

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Por Júlia Miozzo

13 de janeiro de 2016 às 13:19 - Atualizado há 5 anos

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SÃO PAULO – Mesmo com todas as medidas oferecidas e existentes para tornar a internet um lugar mais seguro, todos os internautas ainda correm o risco de serem vítimas do cibercrime. Mais ainda que internautas comuns, as empresas normalmente são o maior alvo dos hackers, como é o caso da Sony que, em 2013, teve e-mails trocados entre os maiores executivos divulgados, tal como os salários de alguns atores – além de alguns filmes divulgados ilegalmente.

Segundo o relatório Lucrative Ransomware Attacks: Analysis of the CryptoWall Version 3 Threat – que analisa a indústria e um dos seus piores malwares -, essa indústria já movimenta US$ 325 milhões, combinando dados analíticos e de ameaças trabalhados pelos membros fundadores da CTA (Cyber Threat Alliance). Vale ressaltar que esse valor inclui pagamento de resgates feitos pelas vítimas para que possam acessar seus arquivos novamente.

“Não temos como evitar o cibercrime, mas sim como minimizar os riscos”, afirmou Alexandre Knoploch, fundador e presidente da ASEGI (Associação Brasileira de Profissionais e Empresas de Segurança da Informação e Defesa Cibernética), que também reforçou que a definição de cibercrime pode variar conforme a legislação de cada país. “Para mim, cibercrime é quando busca-se o dolo, ou seja, existe a vítima. Seja através do roubo da informação, do ataque a sistemas, da calúnia, entre outros”, completou. 

Ainda segundo Alexandre, o importante para reduzir as chances de ser atacado é investir nos “três pilares em segurança da informação: processos pessoas e tecnologia”. Já existem empresas que oferecem a estruturação para tal, garantindo a segurança.

A ASEGI também é capaz de auxiliar as vítimas: “[a ASEGI] tem associados especialistas em análises forenses e também em engenharia reversa, isso significa que podemos ajudar empresas em caso de ataques cibernéticos e também orientar juridicamente, pois a ASEGI hoje detém uma vice-presidência jurídica que atua com total expertise em ações de ataques cibernéticos”, explicou o fundador. “No caso de empresas, podemos ajudar na construção de todo a política, processos e soluções tecnológicas em segurança da Informação e também chancelamos através de nosso selo as empresas que atingiram o mínimo necessário para reduzir seus riscos cibernéticos”, finalizoy.

O antivírus Norton também recomenda, em seu site, que, para evitar sofrer ataques cibernéticos, é importante ter um software de segurança e também analisar constantemente os extratos bancários e de cartão de crédito, para saber o quanto antes se alguém possui informações de seu cartão de crédito.

Uma das recomendações do CTA para evitar ser uma das vítimas do CryptoWall V3, forma mais avançada de malware, é sempre desativar plug-ins como o Java, Flash e Silverlight no navegador da internet, além de sempre manter o browser atualizado.

Não deixe de denunciar qualquer forma de cibercrime através das delegacias especiais – essa é a melhor forma de se previnir.