Bossa Nova anuncia investimento em 16 novas startups no Brasil e EUA

Da Redação

Por Da Redação

2 de março de 2017 às 14:30 - Atualizado há 4 anos

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A Bossa Nova Investimentos, de João Kepler e Pierre Schurmannm está anunciando o investimento em mais 16 startups, sendo 8 brasileiras e 8 americanas. O total de empresas investidas pela Bossa Nova agora é 112, 60% brasileiras e 40% americanas. O valor total das startups investidas supera R$ 1 bilhão.

A empresa não abriu o nome de todas as investidas, mas destacou que a Bossa Nova atinja a marca de 200 empresas até o final desse ano.  Obter um bom investimento é o sonho de quase toda startup que deseja crescer.

Para ajudar os empreendedores a conseguir isso, preparamos materiais e cursos para capacitar o investidor. Para te ajudar a conseguir o melhor pitch, temos um e-book para você. Além disso, temos o Invest Class, um evento exclusivo em São Paulo que ensina os empreendedores a conseguirem um investimento – e ainda lhe dá a oportunidade de realizar um pitch para os melhores investidores do Brasil.

A empresa vem se posicionando como Micro Venture Capital, ampliando suas atividades – principalmente ao iniciar suas operações nos EUA – e diversificar seus investimentos em empresas de vários segmentos, embora a maioria baseadas em soluções B2B e cujo investimento seja de cerca de R$ 300 mil a R$ 800 mil.

O objetivo dos investidores é fazer com que a Bossa esteja presente no ecossistema empreendedor, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Com essa capilaridade, ele pretende construir um portfólio mais sólido.

No que a Bossa Nova investe?

As startups que recebem investimento da Bossa Nova têm, normalmente, as seguintes características:

Foco em B2B (produtos e serviços para empresas), atuando em mercados conhecidos pelos dois investidores ou por coinvestidores estratégicos

Já receberam algum investimento antes, normalmente de uma aceleradora

Caminho claro para a lucratividade

O foco em B2B tem tanto a ver com as características quanto com a experiência dos dois investidores. Normalmente, empresas B2C (de produtos e serviços voltados para consumidores) precisam de mais recursos e têm retorno mais incerto. “Nunca houve tanto interesse em investir em startups, pois muitas pessoas procuram alternativas de investimento”, conclui Schurmann.

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