As 4 empresas de tecnologia de maior sucesso em 2015

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Por Júnior Borneli

30 de dezembro de 2015 às 12:56 - Atualizado há 5 anos

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As empresas de tecnologia que mais se destacaram nesse ano não lançaram produtos inovadores ou serviços que nunca haviam sido oferecidos. Pelo contrário, esse foi o ano da consolidação e dominação de mercado para 4 grandes companhias que, de forma calma e constante, se solidificaram no topo. Veja quais são:

Uber: Este foi o ano em que a maior startup do mundo tornou-se parte do vocabulário nos EUA e em outros países, assim como fez o Google fez na última década. A frase “vamos pegar um Uber” substituiu a “vamos chamar um táxi.”

Nos bastidores, o Uber seguiu com sua estratégia inteligente de tornar seu aplicativo disponível em qualquer lugar e até agora não tem sido prejudicado pelas ações judiciais que visam forçá-lo a reclassificar seus motoristas como funcionários, em vez de parceiros.

Um dos primeiros concorrentes da Uber, Sidecar, jogou a toalha. O outro grande nesse mercado, o Lyft mantém captações de investimento, mas seus principais focos de mercado são China e Índia.

Nesse ano, o Uber venceu a batalha em alguns mercados complicados e seguiu levantando dinheiro, apesar da crise global persistir em algumas regiões. O Uber superou todas as dúvidas que pairavam sobre o serviço e enxerga um 2016 ainda mais brilhante.

Vale lembrar que o Uber ainda é uma empresa privada e que sua mais recente avaliação é de US$ 62,5 bilhões de dólares.

Facebook: O Facebook já era onipresente na vida da maioria das pessoas antes deste ano, mas a empresa consolidou seus ganhos em 2015, expandindo-se para além de um lugar onde as pessoas compartilham notícias sobre suas famílias e se posicionou no topo como uma das maiores empresas se comunicação do mundo.

Em outros segmentos, o Facebook Messenger cresceu de forma gigantesca e o Whatsapp segue como líder entre os aplicativos de comunicação. Juntos, somam mais de 1 bilhão de usuários.

O Instagram tem substituído o Facebook como o aplicativo social preferido entre os adolescentes – o que é bom. O Facebook está se transformando em um dos principais destinos – juntamente com o YouTube, do Google – para vídeos online. É também assustador como ele se transformou em um grande impulsionador de notícias para a indústria de mídia.

Mas talvez a melhor prova da consolidação do Facebook sobre a mídia social pode ser vista em relação aos seus dois maiores concorrentes. O número de usuários do Twitter ficou estagnado nesse ano e a empresa passou por uma mudança de CEO e problemas internos. O LinkedIn está fazendo um trabalho melhor e cresce cerca de 11% a sua base. Mas é uma fração do tamanho do Facebook, com cerca de 100 milhões de usuários mensais, contra 1,55 bilhão do Facebook.

É isso mesmo – cerca de um quinto da população do mundo usa o Facebook pelo menos uma vez por mês.

O Facebook tem ainda uma tonelada de projetos futurista, desde óculos de realidade virtual até drones gigantescos movidos a energia solar.

Amazon: Como o Facebook, a Amazon já era onipresente na vida da maioria das pessoas, e este ano continuou a dominar: mais da metade dos norte-americanos disseram que fazem suas compras de fim de ano na Amazon.

Mas muitas pessoas não percebem o quão onipresente a Amazon tornou-se dentro de empresas também.

Este foi o ano em que se tornou claro como a Amazon eclodiu os resultados financeiros Amazon Web Service. O serviço é rentável, crescente e vai fechar o ano com US$ 7 bilhões de receita.

Grandes empresas de tecnologia como Spotify, Netflix e Intuiti estão migrando suas estruturas de dados para a AWS. Microsoft e Google também cresceram nesse segmento, mas a Amazon segue imbatível.

Netflix: a empresa teve um ano excepcional, com mais de uma dúzia de grandes produções, várias indicações ao Emmy, expansão internacional e uma nova expressão da cultura pop.

Mas a verdadeira história aqui é que os hábitos de assistir TV estão finalmente começando a mudar. As avaliações dos programas de tv com horários definidos caiu muito e, pela primeira vez, o número de assinaturas de tv acabo caiu nos Estados Unidos.

A Netflix tem uma expertise incrível para criar programas de entretenimento para esse formato de “televisão”, apesar da Amazon estar beliscando seus calcanhares. De qualquer modo, a empresa segue firme na liderança e está abrindo novos caminhos.