Amazon se torna 2ª empresa de tecnologia a valer mais de US$ 1 trilhão

Da Redação

Por Da Redação

4 de setembro de 2018 às 13:58 - Atualizado há 2 anos

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A Amazon acabou de se transformar a 2ª empresa de tecnologia a alcançar US$ 1 trilhão de valuation, nesta terça-feira (4). A empresa só continua atrás da Apple, que obteve esse mesmo valuation cerca de um mês atrás, e chegando neste patamar antes de Alphabet e Microsoft.

A companhia, que se auto-denomina “loja de tudo”, tem suas ações negociadas na máxima histórica nesta tarde, valendo cerca de US$ 2.050, o que lhe garante esse valuation. A companhia tem avançado fortemente, muito impulsionada pelas perspectivas positivas tanto no segmento de voz quanto na nuvem, onde a AWS (Amazon Web Services) já é chamada de “imposto sobre a internet”.

A Amazon se baseia em seus quatro pilares desde a fundação: centro no cliente, optimização contínua, cultura de inovação e agilidade corporativa. Desde os primeiros dias, a Amazon tem um fluxo constante de novos produtos, que culminaram em áreas mais distintas dentro da empresa: além do negócio de vendas de produtos (a maior varejista do mundo), a empresa é pioneira em IaaS (Infrastructure as a Service) com a Amazon Web Services.

Empresa ainda se entende como uma startup

A maior parte das crenças de Bezos que norteiam a empresa estavam explícitas na primeira carta a acionistas da Amazon, em 1997 – e a companhia ainda se entende como uma startup. “Acreditamos que a métrica fundamental para nosso sucesso vai ser o valor que criamos para o acionista no longo prazo. Esse valor vai ser um resultado direto da nossa habilidade de estender e solidificar nossa posição de líder de mercado”, escreveu naquela época.

A filosofia da Amazon: liderar o mercado para poder se tornar referência ao longo do tempo. “Quanto mais forte for nossa liderança de mercado, mais forte é nosso modelo de negócios. Liderança de mercado pode se traduzir diretamente como receitas maiores, lucratividade maior, velocidade de capital maior e melhores retornos sobre capital investido“, disse Bezos em 1997.

Em 2014, Bezos escreveu exatamente o que ele acreditava ser o negócio “dos sonhos” que ele queria casar – e notou que a Amazon se encaixava na sua crença. “Um negócio dos sonhos precisa oferecer quatro caractéristicas. Consumidores amam isso, pode crescer para um tamanho muito grande, tem fortes retornos de capital e é durável em tempo, com a capacidade de durar décadas. Quando você encontra esses elementos em uma empresa, não a passe adiante, case com ela”, destaca.

Para alcançar essa “excelência” esperada, Bezos definiu qual seria a filosofia que faria a empresa funcionar nos próximos anos. “Nos vamos fazer nosso trabalho com nossas ferramentas usuais: obsessão pelo consumidor ao invés de foco na competição, paixão por invenção, comprometimento para excelência operacional e vontade para pensar no longo prazo“, escreveu em 1997.