Amazon pode aceitar bitcoin a partir de outubro (ou criar a própria moeda)

O boato é que a gigante do varejo comunique a novidade e aceite bitcon a partir do dia 26

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

28 de setembro de 2017 às 12:12 - Atualizado há 2 anos

Rumores não-confirmados no mercado apontam que a Amazon, maior e-commerce do mundo, passará a aceitar Bitcoins – a informação foi passada por James Altucher, co-fundador de mais de 20 empresas. Segundo ele, a novidade virá rápido: a loja de varejo poderá fazer o comunicado no dia 26 de outubro, em uma conferência para tratar de seus resultados.

Altucher justifica seu raciocínio pela competitividade da empresa, já que o eBay, um de seus principais concorrentes, expressou interesse no pagamento a partir da moeda virtual. “Eles não têm escolha. E esse será o divisor de águas que criará uma onda de riqueza como nunca vimos antes”, afirma. Situação esta que foi acelerada depois que o Google e outras gigantes de tecnologia criaram uma API para facilitar o pagamento com a moeda.

Seu discurso é sustentado pelo CEO da Overstock, Patrick Byrne, que também não acredita que a loja online deixará esse segmento do mercado de mãos beijadas para a Overstock, que já aceita o Bitcoin.

As empresas que aceitam o Bitcoin se adaptaram a uma urgência do mercado. A alta valorização da moeda – de mais de 300% em relação a 2016 – resultou na valorização e aceitação por cada vez mais pessoas, investidores e empresas, conquistando espaço.

Hoje, o Japão e a Rússia já a consideram uma moeda válida, e empresas como Paypal e a própria Overstock já permitem que os clientes usem a moeda para pagamentos. Os próximos passos do Bitcoin serão discutidos na Bitcoin Conference – inclusive o processo de aceitação.

Mas a participação da Amazon no mercado de moedas virtuais pode ir além: Altucher sinaliza que a empresa já vem trabalhando com a DCG, Digital Currency Group, um dos grandes investidores do mercado de moedas criptografadas, e o portal Squawker afirma que este pode ser um indício que a empresa queira ser uma intermediária entre a DCG e os clientes, criando a própria moeda.

(Via Squawker)

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