5 coisas que provavelmente não existirão daqui 5 anos

Avatar

Por Paula Zogbi

11 de janeiro de 2016 às 10:22 - Atualizado há 5 anos

Logo Black Friday 2020

Nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

Vem aí a melhor formação de líderes do Brasil

Logo Liderança Exponencial Aprenda as novas competências fundamentais para desenvolver uma liderança exponencial e desenvolva diferenciais competitivos para se tornar um profissional de destaque no mercado.

100% online, aulas ao vivo e gravadas

Próxima turma: De 14 a 17/Dez, das 19hs às 22hs

Inscreva-se agora

SÃO PAULO – Você se lembra do mundo no início de 2011? Em muitos aspectos, a realidade de cinco anos atrás parece extremamente distante. O lançamento do primeiro iPad, por exemplo, foi em 2010. O financiamento coletivo estava nascendo e as pessoas estavam começando a de fato usar as funcionalidades dos smartphones.

Com a rapidez das inovações tecnológicas, é praticamente impossível prever com quais tecnologias estaremos lidando daqui cinco anos. Entretanto, as coisas que ficarão para trás podem ser um pouco mais previsíveis.

O site Tech Crunch separou uma lista com cinco tecnologias que muito provavelmente teremos deixado para trás no início de 2021. Confira:

1. A mídia física

De acordo com o relatório de mobilidade da Ericsson, em 2020 70% das pessoas do mundo estarão usando smartphones e 90% das pessoas terão acesso a redes móveis.

Com o crescimento de serviços de nuvem como o Dropbox, e a possibilidade de acessá-los a qualquer momento, as pessoas muito provavelmente não precisarão mais recorrer a pen drives para carregar mídias importantes – até lá, o próprio armazenamento do celular deve estar muito superior ao que vemos atualmente.

2. Cartões de crédito

A Fintech está chegando com tudo. Hoje, já é possível transferir dinheiro com pouquíssimos toques em seu celular, realizar pagamentos da mesma forma, usar moedas digitais, entre outros.

Daqui cinco anos, é muito provável que todos os serviços bancários sejam realizados através de gadgets pessoais. De acordo com o relatório The Unbanked Generation, da First Data, 94% dos consumidores com menos de 35 anos de idade realizam transações bancárias online, e mais de um quinto deles nunca preencheu um cheque na vida.

Existe até uma preocupação por parte das grandes empresas bancárias, que talvez não consigam acompanhar o ritmo dessas inovações.

3. Controles remotos

Hoje, eles já gostam de se esconder nos buracos dos sofás.

De acordo com a Strategy Analytics, dispositivos vestíveis e a internet das coisas farão o papel dos controles remotos, com 1,76 bilhões de dispositivos a mais em 2020. Hoje, tecnologias como o Amaxon Echo já usam as ferramentas de voz a um nível bastante elevado; sem falar em aparelhos como o Chromecast e a Apple TV, que podes ser controlados pelo celular.

4. Senhas e chaves

Essa vai depender mais da adesão e confiança das pessoas na tecnologia.

Atualmente, as pessoas possuem, em média, 19 senhas, e quase metade admite que elas são fracas e pouco seguras.

Mas a realidade é que senhas sempre podem ser hackeadas, independentemente de sua força. Isso pode mudar com tecnologias como a biometria, que já é cada vez mais frequentemente utilizada para proteção. Em breve, tanto suas senhas eletrônicas quanto a fechadura da sua casa poderão ser substituídos por impressões digitais, reconhecimento facial e de voz.

5. Documentos

Documentos físicos e assinaturas em papel estão tornando-se coisas arcaicas. Muito em breve, todos os acordos podem ser baseados na nuvem.

A tecnologia está tornando possível atrelar a identidade das partes eletronicamente, e com isso reduzir custos e impactos ambientais.