Cearense melhora economia com rede social de empresas (e me surpreendeu)

Empreendedores brasileiros estão criando uma startup revolucionária! É uma rede social para juntar empresas que queiram fazer negócios

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Empreendedores do Ceará estão criando uma startup revolucionária! É uma rede social chamada Comercity para juntar empresas que queiram fazer negócios entre si.

Em outras palavras, é uma rede social capaz de melhorar a economia, azeitar a máquina econômica, criando emprego, desenvolvimento econômico, lucro e fazendo o Brasil crescer e se tornar mais eficiente. “Comercity é como se fosse uma rede social dessas que já existem, só que voltada para empreendedores, empresas e profissionais. Ou seja, para gerar negócios”, explica Paulo Ribeiro, que é fundador e CEO da companhia.

O funcionamento dela é muitíssimo parecido com o funcionamento de qualquer rede social que você já conhece e usa, portanto, ela se torna extremamente simples. “É só criar uma página e postar fotos dos produtos e serviços na timeline. Isso pode ser por app ou na web”, destaca Paulo.

Com isso, o empreendedor espera resolver um grande dilema de todos os empresários que precisam se conectar com outras companhias. “Nossa ideia é acabar com as dificuldades que as empresas têm de se conectar, tanto com fornecedores e parceiros comerciais quanto com clientes. Juntamos as funcionalidades de um grande buscador com a interface visual de uma grande rede social e pronto”, afirma.

Seu objetivo com a companhia é extremamente ambicioso – centralizar informações disponíveis na internet e facilitar para quem as procura. Isso seria um salto de eficiência enorme. “Nenhuma empresa daqui para frente precisará mais fazer sites ou gastar fortunas para expor seus produtos e serviços e negociá-los diretamente com os clientes pela internet”, salienta.

“Para facilitar o processo de busca, os usuários são categorizados em 9 setores: Fornecedores de Matéria-Prima, Distribuidores Atacadistas, Máquinas e Equipamentos, Indústria de Transformação, Comércios, Prestadores de Serviços, Profissionais Autônomos, Mão de Obra Permanente e Imóveis Comerciais”, conta Paulo. Mas estes não serão os únicos usuários. “Também podem se cadastrar na rede Instituições como Bancos, Associações, Sindicatos, Federações e veículos de mídia e informações voltadas para empreendedores como Revistas, Jornais, Portais etc”, complementa.

Uma dor real

Como as melhores startups, a ideia da Comercity surgiu de experiências de Paulo teve com sua ocupação anterior. “Eu tenho uma indústria de confecções há 15 anos e sempre tive dificuldades de encontrar parceiros comerciais. Até 2014 fabricávamos apenas surf wear, mas com a crise precisamos ampliar o nosso leque de produtos”, conta.

Neste momento, foi necessário procurar fornecedores e isso foi uma dor gigantesca para Paulo. “Quando começamos a pesquisar por fornecedores, prestadores de serviços e profissionais nos deparamos com uma missão quase impossível. Tentei as alternativas que existiam. Google, Facebook, Linkedin, mas todos esses canais eram insuficientes”, completa.

Ele buscou especialistas que poderiam lhe ajudar, mas mesmos estes lhe disseram que isso era um problema. “Como última alternativa eu fui até o Sebrae para saber se eles tinham uma lista com fornecedores e se podiam nos ajudar. E para nossa surpresa, além deles não terem, ainda nos informaram que esse era um enorme problema”, lembra Paulo.

Essa dor, ele pensou, era uma excelente oportunidade de negócios. “Segundo o próprio Sebrae, cerca de 70 a 80% dos atendimentos das unidades são para empreendedores que querem abrir novos negócios e que o maior gargalo que eles têm para a elaboração do plano de negócios é justamente encontrar os fornecedores e parceiros comerciais”, complementa.

Para mudar o mundo, Paulo tem ajuda de dois sócios, que eram amigos de longa data e entraram na Comercity. “O Davi Costa, arquiteto sênior Java, e o Danilo Leite, desenvolvedor mobile com expertise na Industria e no Comércio. Nós colocamos dinheiro do nosso bolso e desenvolvemos tudo do zero”, conta.

E o StartSe ajudou!

Para minha surpresa, quando eu me aproximei de Paulo para falar sobre a Comercity, no grupo de discussão do StartSe no Facebook, a primeira coisa que ele me falou foi “Sou muito grato ao StartSe”. Isso quebrou minha perna.

Perguntei o motivo disso e ele me explicou: antes de começar, havia feito o curso Startup de A à Z, promovido por nós, e isto o havia ajudado bastante. “Não sabia nada sobre isso e aprendi bastante, me poupou alguns milhares de reais”, afirma.

O curso o ajudou a definir que tipo de estrutura ele queria para a companhia – e foi quando ele decidiu buscar os sócios para não terceirizar o desenvolvimento. “Antes eu queria fazer tudo só. Pagar para fazer e não ter sócios”, conta.

Ele também aprendeu sobre validação de mercado – o que foi ótimo para que ele ajustasse seus planos e criasse uma empresa que estivesse alinhada as necessidades do mercado. “Pesquisa de mercado para o modelo de negócios. Eu tinha uma ideia, mas quando saí para validar vi que tinha que pivotar”, explica.

E outra coisa, ele também segurou um pouco a ansiedade em arranjar um investidor, o que pode lhe proporcionar muito lucro se ele vender a Comercity mais para frente. “Não pensar em investimento. Nosso time tem que fazer tudo, fazer o sistema dar certo e o investidor virá somente para fazer o negócio escalar”, termina.

Ficamos muito orgulhosos de ver que ajudamos o Paulo a construir um negócio campeão através do curso – e ficamos muito felizes ao saber que o curso ajudou ele a ir mais preparado para o mercado. Talvez isto também te ajude, portanto, clique aqui e conheça o Startup de A à Z.

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