11 vezes em que a Microsoft inventou o futuro, mas deixou para lá

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Por Paula Zogbi

23 de novembro de 2015 às 13:27 - Atualizado há 5 anos

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Windows Office, Xbox… Estes são apenas alguns dos projetos revolucionários da Microsoft. Mas nem todas as boas ideias da empresa foram para frente e causaram a revolução que poderiam: muitos executivos falharam em enxergar o potencial de alguns produtos visionários.

O site Business Insider separou uma lista de 11 vezes em que produtos muito bons chegaram à mesa dos chefes na Microsoft mas não foram levados para frente; ou que chegaram às lojas e foram descontinuados antes de explodirem:

1. Portrait

Lançamento: final dos anos 1990

O que fazia: segundo a Microsoft, era um software de videoconferências, com poucos bits. Veio antes do Skype – que depois a própria Microsoft comprou por US$8,5 bilhões – e do FaceTime. Hoje, o Skype tem três bilhões de minutos por dia em ligações.

2. Terraserver

Lançamento: 1997

O que fazia: O Google Earth existia antes do Google pensar nisso. O usuário conseguia ver lugares através de imagens via satélite. Em 1999, ele deixou de existir. Hoje, o Google Maps é um dos aplicativos mais usados no mundo. Foram feitos 65 milhões de downloads em 2014.

3. MSN Messenger

Lançamento: 1995

O que fazia: foi “a primeira rede social do mundo”, e foi fechado em 2012. Hoje, aplicativos de chat como o WhatsApp e o WeChat fazem um enorme sucesso; que o MSN poderia ter conseguido se adaptasse para o mobile tranquilamente ao invés de ser cancelado poucos anos atrás.

4. Windows Mobile

Lançamento: 2000

O que fazia: o primeiro sistema operacional comercial para smartphones podia ser usado em celulares topo de linha – em sua maioria, da HTC. Havia uma loja de apps, um navegador e suporte para telas sensíveis ao toque. Quando lançou o Windows Phone 7, em 2012, a Microsoft parou de apoiar o Windows Mobile. A Apple, por exemplo, gerou mais de US$150 bilhões com o iPhone em 2015; o Android é usado por uma a cada 5 pessoas do mundo.

5. Tablet PC

Lançamento: 2002

O que fazia: o primeiro tablet da Microsoft era um PC com tela sensível ao toque. Aplicativos do Windows XP rodavam nele e os usuários podiam interagir usando uma caneta stylus. Mas o projeto, apesar de anunciado, nunca foi lançado até o Surface, que veio apenas em 2012. Os iPads geram US$5 bilhões em receita para a Apple por semestre.

6. Microsoft Mail

Lançamento: 1991

O que fazia: Permitia mensagens dentro de redes locais. Foi a primeira forma de e-mails que existiu, apesar de rudimentar. Foi fechado nos anos 1990. Hoje, quase todas as pessoas com acesso à internet possuem uma conta de e-mail.

7. Microsoft Bob

Lançamento: 1995

O que fazia: esta interface gráfica para Windows 3.1 e depois Windows 95 fornecia uma maneira mais simples de interagir com o sistema e tornava os PCs mais acessíveis às massas, mas nunca decolou. Hoje, todas as interações feitas com dispositivos ao redor do mundo usam uma interface gráfica.

8. Smartwatch Timex DataLink

Lançamento: 1994

O que fazia: A parceria entre Microsoft e Timex era uma alternativa a assistentes pessoais virtuais. Eram usados pela NASA, mas nunca foram lançados comercialmente. Hoje, liderados pela Apple, os smartwatches estão começando a decolar. Desde abril, 7 milhões de Apple Watches foram vendidos.

9. MSN TV

Lançamento: 1996

O que fazia: a WebTV Networks foi comprada pela Microsoft em 1995. A empresa, então lançou a primeira SmartTV do mundo: era conectada à internet e o usuário podia acessar sites. Foi fechada em 2013. Hoje, Samsung, LG e Apple são algumas das fabricantes das smartTVs. A Samsung vendeu mais de 75 milhões de unidades desde 2009.

10. Microsoft Courier

Lançamento: Nunca

O que fazia: a ideia do Courier foi apresentada em 2008 pela imprensa, mas descontinuada em 2010, ano do lançamento do iPad, o início do “tablet moderno”. Era uma primeira versão do que seria a linha Surface, com câmera e parecendo uma “pasta”. O Surface gera aproximadamente US$888 milhões por trimestre para a própria Microsoft.

11. Zune Music Pass

Lançamento: 2010

O que fazia: hoje chamado Groove Music, o Zune Music Pass oferecia um acesso ilimitado a um catalogo de músicas por streaming por US$9,99 mensais. A Apple lançou o Music, que faz a mesma coisa, em 2015. Agora, Spotify, Pandora, Google e Apple têm sucesso com serviços muito semelhantes. O Spotify tem 75 milhões de usuários.

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