Falta de mulheres no mercado de criptomoedas pode ser algo ruim, muito ruim

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Por Elena Costa

18 de janeiro de 2018 às 15:48 - Atualizado há 3 anos

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John Coates, especialista em neurologia da Universidade de Cambridge, explica que bolhas do mercado financeiro são relacionadas com as atitudes e ações de jovens homens fascinados pelo rápido lucro obtido em curto espaço de tempo.

Coates mostra que essa ação de investir agressivamente pode estar ligado aos hormônios, nesse caso, ao mecanismo de recompensa. Argumento do cientista enfatiza que historicamente os mercados de valores foram predominantemente dominados por homens e tem como base sua análise na experiência da década de 90, quando se formava a bolha da internet.

Na época da experiência, Coates observou que os homens estavam “eufóricos, delirantes, assumindo riscos excessivos”, enquanto as mulheres pareciam relativamente imunes a tais sensações. Para Angela Walch, especialista em criptomoedas da University College London (UCL), “o setor de finanças e tecnologia está dominado por homens, que têm um desempenho precário avaliando riscos. Como esses dois setores trabalham com elementos de alto risco, mais mulheres deveriam participar das equipes para equilibrar os perfis”.

Com 95% de homens no mercado de criptomoedas, Walch ressalta que existem diversos setores das moedas digitais para se trabalhar: “Existem desenvolvedores de software, criptógrafos, empresários, especialistas em marketing, economistas. É importante que a representatividade das mulheres cresça em todas as áreas.”

O mercado de criptomoedas necessita de mulheres para que haja uma visão mais cautelosa, algo que faz tremenda falta.

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(Via G1 )

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