Sócio da DOMO Invest discute investimentos e tendências de startups em 2018

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

14 de dezembro de 2017 às 09:53 - Atualizado há 3 anos

Logo ReStartSe

GRATUITO, 100% ONLINE E AO VIVO

Inscreva-se para o Maior Programa de Capacitação GRATUITO para empresários, gestores, empreendedores e profissionais que desejam reduzir os impactos da Crise em 2020

Gabriel Sidi é sócio da DOMO Invest, um fundo de investimentos em startups de early stage. O objetivo da é fomentar o ecossistema de tecnologia, ajudando startups a crescerem com a aplicação de capital e mentoria.

Para o investidor, este ano, 2017, no investimento em startups foi marcado pelo processo de digitalização da economia, feito por startups que seguem o modelo O2O – ou seja, online to offline. São exemplos as empresas renomadas Uber e Airbnb, pois iniciam serviços online que são concluídos na “vida real”. Outra vertical bem explorada pela DOMO Invest foi o de fintech, que já investiu em startups do mercado financeiro como BeBlüe, Banco Neon e Noverde.

Hoje, as startups são as principais responsáveis por trazer as inovações abordadas na Nova Economia, utilizando a tecnologia para mudar paradigmas. Antigamente, a ideia de ser transportado em carros de estranhos não era considerada, e hoje tornou-se algo comum pela iniciativa da Uber. E, quando pensávamos em hospedagem, hotel e hostels eram as únicas opções – hoje, o Airbnb tornou acessível milhões de casas e apartamentos. Para ver outras iniciativas trazidas pela economia e que nos afetarão já em 2018, participe do evento a Revolução da Nova Economia.

“O mercado de investimento em startups – venture capital, anjos, investidores estrangeiros – vem amadurecendo a passos largos”, comenta. Para Sidi, muitos executivos e profissionais liberais estão com o pensamento de “Eu gostaria de ajudar os novos empreendedores nessa expertise que eu tenho” e muitos investidores-anjos querem investir mais e crescer.

E os investidores-anjo acabam realizando o papel de pipeline para empresas como a DOMO, que investem em startups que estão em seus primeiros passos. “Em 2017, o mercado acelerou bastante em investimentos de até R$ 1 milhão. Nós, que investimos até R$ 3 milhões, estamos vendo ainda pouca disputa e poucos negócios”, comenta. Em contrapartida, ele também cita que o mercado de série A tem uma grande reserva de caixa para investir em 2018. “O mercado vem preenchendo esses gaps e isso é bom para o empreendedor”.

Ainda para 2018, o sócio da DOMO Invest afirma que têm visto evoluções claras em startups envolvidas com marketing digital e formas de aquisição de clientes.

Para as startups que pretendem procurar investimentos em 2018, ele dá um conselho: “Construa um time de fundadores complementar, que não tenha só uma parte técnica. Isso é fundamental para lá na frente conseguir qualquer investimento”.

Venture capital ou smart money?

Venture capital é a expressão em inglês para se referir ao termo “capital de risco” – que é o tipo de investimento feito em startups, visto que são empresas novas e que ainda estão testando seu modelo de negócios. Mas Sidi prefere se referir pelo termo “smart money” ou “capital inovador”, pois os investimentos são acompanhados de mentoria. “O dinheiro é necessário para fazer o negócio escalar. Mas a experiência dos nossos sócios e conselheiros é para diminuir o risco e aproveitar os aprendizados para financiar novos empreendedores. Tem muita inteligência no processo”, finaliza.

Participe do maior censo de startups do Brasil! Não deixe de entrar no grupo de discussão da StartSe no Facebook e de inscrever-se na nossa newsletter para receber o melhor de nosso conteúdo!

E caso você tenha em patrocinar os eventos da Startse, entre em contato no patrocinio@startse.com.

[php snippet=5]