KICK Ventures anuncia fundo de R$ 20 milhões para startups de um setor

O investimento será realizado em 2018 e permitirá uma grande evolução das construtechs no país

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

20 de outubro de 2017 às 15:26 - Atualizado há 2 anos

A Kick Ventures – uma das maiores venture builders de startups da América Latina -, investirá, no ano que vem, R$ 20 milhões em startups que oferecem inovações ao setor de construção, as construtechs. Serão escolhidas as startups que solucionem problemas e tragam diruspção para este tradicional setor da economia. A Kick também anuncia a chega de um novo Head para a área, Thomaz Neto.

A Kick Ventures pretende investir em empresas que trazem hardwares e softwares inovadores, bem como outras soluções para melhorar eficácia das obras. O objetivo é estimular melhoras em moradias, qualidade de vida e em cidades mais tecnológicas desde a sua construção – literalmente.

Com mais de 10 anos de experiência em construção civil, Thomaz Neto, agora head de construtech, pretende trabalhar startups desse ramo em parceria principalmente com agrotechs, startups do meio agrônomo, e fintechs, startups do mercado financeiro. “Já temos em vista startups de Construtech que trazem soluções de otimização, desintermediação e digitalização, além de integrações e consolidações financeiras mais inteligentes. No final do dia, teremos startups que vão muito além do que apenas atender processos específicos da construção, mas sim associado a todo ciclo de experiência de consumidor. É essa a disrupção que procuramos. Seja B2C ou B2B, procuramos empresas startups e equipes fantásticas”, afirma.

Rodrigo Quinalha, head de estratégia da Kick Ventures, vê grandes oportunidades nesse mercado e afirma que o investimento deve facilitar a internacionalização das construtechs. “O Thomaz terá uma função estratégica nesse sentido, na conexão dos investidores, empresas e startups inclusive em direção às tendências de Smart Cities, que já temos em nossa tese de investimento”.

A chegada do novo head tem o objetivo de fortalecer o cenário e desenvolvimento das construtechs no Brasil. Thomaz Neto acredita que atualmente não há uma evolução estruturada dessas startups no país, pois se associam com gigantes da concorrência ou viram fornecedores exclusivos de empresas. O investimento permitirá que as construtechs continuem crescendo, mesmo depois de se associarem a empresas já existentes no mercado. “Nos aproximaremos de grandes grupos e parceiros e fortaleceremos a relação com as Corporate Ventures existentes e family offices desse setor, que nos procuram constantemente”, conclui.

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