Os erros mais comuns dos investidores-anjo, segundo Fábio Póvoa

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

15 de dezembro de 2017 às 11:06 - Atualizado há 3 anos

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Os investidores-anjo são investidores que apostam seu capital em startups – ou seja, empresas que estão tentando criar um modelo de negócios. Ao investir em uma startup, os investidores-anjo ganham equity (participação na empresa) e contribuem com conhecimento em áreas de suas expertises. Saiba mais detalhes sobre quem são e o que fazem os investidores-anjo.

Fábio Póvoa, um dos maiores investidores-anjo do Brasil, ministrou no dia 14 de dezembro um curso de formação em investimento-anjo da StartSe: o Angel Class. Ele citou os erros mais comuns desses investidores na aula. São esses:

  1. Não fazer diligência

É primordial que o investidor pesquise e conheça a startup em mente, acompanhando sua tração ao longo dos meses para conhecer profundamente os fundadores e time da startup.

  1. Investir sozinho em uma área que não domina

Para um investimento ser bem-sucedido para os anjos e startups, além do capital, é necessário que os investidores compartilhem suas experiências de vida. Portanto, a chance de sucesso é bem maior quando o investidor aplica-se em uma startup do mesmo setor de seus conhecimentos, para que a startup aproveite da experiência.

  1. Não ter visão ao longo prazo

Alguns investidores-anjo pensam somente na primeira rodada de investimentos, mas para manter sua influência nos próximos, é necessário fazer mais aplicações. Portanto, invista – mas pense no futuro, que provavelmente trará o investimento de follow on.

  1. Investir em um valuation muito alto em uma startup de early stage

As startups estão em busca da validação de seu modelo de negócios e, por isso, é difícil saber seu valor no mercado. Acompanhar e avaliar o crescimento da startup (ou seja, sua tração) é uma forma de mapeá-la e enxergar seu valor de uma forma mais concreta.

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