Dropbox, um unicórnio de US$ 10 bilhões, está abrindo o capital secretamente

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

19 de janeiro de 2018 às 11:31 - Atualizado há 3 anos

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O Dropbox iniciou, secretamente, o processo de abertura de capital – um IPO. A oferta pública inicial de ações, que tornará a empresa privada em pública, deverá ser realizada ainda na primeira metade de 2018. Nascida em 2007, no Vale do Silício, hoje a empresa de compartilhamento e armazenamento de arquivos é avaliada em US$ 10 bilhões.

Ela foi acelerada na Plug And Play, uma das maiores aceleradoras do Vale. Steve Jobs quis comprar a companhia, muito pelo fato de que a empresa conseguia programar muito bem no código dos outros.  A informação é da Bloomberg, que ainda afirma que o Goldman Sachs e o JP Morgan poderão liderar a potencial IPO.

Ambos os bancos já trabalharam com a empresa anteriormente. O Goldman Sachs aconselhou a empresa em uma rodada de investimentos anterior e o JP Morgan liderou uma linha de crédito de US$ 600 milhões para a empresa no ano passado. Mas as mesmas fontes ainda afirmam que o Dropbox tem conversado com outros bancos para adicionar outros players à oferta pública.

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O Dropbox fará a oferta pública inicial de ações após registrar mais de US$ 1 bilhão de vendas anuais, disse o CEO da empresa, Drew Houston, em uma entrevista no ano passado para a Bloomberg. No ano passado a empresa foi lucrativa, o que mostra que ela já está. Para Houston, esses marcos refletem os mais de dois anos focando na empresa, expandindo seu produto para empresas e diminuindo despesas.

Em agosto do ano passado, a empresa possuía 500 milhões de usuários, incluindo 200 mil corporativos – que pagam pelo serviço. O serviço é útil para pessoas e empresas pois arquivos podem ser guardados e compartilhados em nuvem, o que os torna acessíveis em qualquer dispositivo com internet. Algo que também torna a empresa popular é seu modelo de negócios freemium, já que traz planos gratuitos e pagos para os usuários.

Registros privados de ofertas públicas têm se tornado mais comum desde julho, quando a Comissão de Segurança dos Estados Unidos permitiu que todas as empresas o fizessem. Recentemente, o Spotify, empresa de streaming de músicas, também iniciou secretamente o processo de abertura de capital. Antes, registros confidenciais eram permitidos apenas para pequenos negócios.

(Via Bloomberg)