Co-investimento: uma ótima alternativa para o Investidor-Anjo

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Por João Kepler Braga

23 de fevereiro de 2015 às 09:19 - Atualizado há 6 anos

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O  crowdfunding já não é novidade no Brasil e muitos projetos têm conseguido apoio através dessa modalidade. Nessa mesma linha de raciocínio de funding coletivo, o financiamento cooperado através de Plataformas como o Broota começam a despontar como uma interessante e segura alternativa para investidores-anjo no Brasil.

Mas o que eu quero reforçar neste artigo é a importância do co-investimento que já é uma opção em operação com menores riscos compartilhados para os Investidores-Anjo.

O co-investimento é simplesmente montar um grupo de investidores para compartilhar os riscos e benefícios de negócios ou até mesmo uma carteira de negócios. Muito comum no ramo imobiliário, se expande para o investimento em negócios em estágio inicial e inovadores. Uma tendência crescente nos Estados Unidos, no Reino Unido e outras partes da Europa, como a Bélgica e a Itália, este sistema permite que os Investidores-Anjos sejam convidados para participar de negócios que já tenham um ou mais investidores líderes do Projeto, o chamado deal leader.

Normalmente, a oferta de uma startup do portifólio de um Investidor-Anjo acontece quando o negócio precisa de mais investimentos e onde o benefício se apresenta de forma real – pois os novos Investidores-Anjo entram nas mesmas bases e termos negociados pelo anjo em uma rodada anterior, em volumes financeiros inferiores a qualquer saída ou round posterior. Assim, todos ganham. Sabendo que a maioria dos Investidores-Anjo só investe seu próprio dinheiro em empresas nas quais acreditam, a possibilidade de ter um ou mais anjos já investindo em um negócio traz mais segurança para quem quer investir e precisa de uma “confiança adicional”.  Uma espécie de aval: é assim que o co-investimento tem funcionado.

No Brasil, o Deal Leader se responsabiliza em oferecer e fornecer informações e argumentos aos demais colegas.  Com a orientação profissional de um anjo, a assertividade é maior e as chances de retorno sobre o investimento aumentam muito.

Eu mesmo tenho liderado alguns projetos e temos a aceitação de vários Investidores-Anjo Brasileiros. Na minha opinião, esse tipo de operação em co-investimento vai ajudar e muito o crescimento do investimento-anjo no Brasil.

E você? Quer se juntar? Que ver os projetos?  Quer se tornar um investidor Anjo?

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