7 argumentos para você investir em um tipo específico de empresa

Hoje, essas empresas fazem parte do nosso cotidiano e outras milhares de novidades deverão aparecer conforme os smartphones se popularizam cada vez mais e a Internet das Coisas começa a ganhar espaço

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Por Da Redação

2 de outubro de 2015 às 13:37 - Atualizado há 4 anos

SÃO PAULO – As startups estão na boca de todo mundo. São empresas que estão surgindo e que devem revolucionar o seu modo de viver em pouquíssimo tempo – e ganhar muito dinheiro com isso. 10 anos atrás, ninguém tinha um perfil no Facebook. Ninguém usava WhatsApp, não escapavam do trânsito com o Waze. 

Hoje, essas empresas fazem parte do nosso cotidiano e outras milhares de novidades deverão aparecer conforme os smartphones se popularizam cada vez mais e a Internet das Coisas começa a ganhar espaço. Como qualquer novidade, surgem oportunidades – milhares delas. 

Investir nestas empresas atualmente não é difícil. Há sites como o Eqseed e o Broota que facilitam o investimento. Mas cuidado: para realizar um bom investimento em startups, um negócio de alto risco, é importante ter conhecimento do que você está fazendo: ou arriscará a perder tudo que investiu. 

1 – Quais empresas vão prosperar no futuro?
Essa pergunta é muito difícil de ser respondida, mas assim como Uber, Facebook, WhatsApp e Waze, haverão milhares de empresas que farão sucesso nos próximos 10 anos – e que são oportunidades. “Tecnologias e inovações que facilitam a vida das pessoas tendem a dar certo nos dias de hoje. E quem protagoniza essas inovações são, essencialmente, as pequenas empresas. Com o equity crowdfunding, o investidor tem a possibilidade de fazer parte de uma empresa que pode ser o maior sucesso dos próximos anos”, afirma Greg Kelly, sócio-fundador da Eqseed.

2 – Transparência
Se você investe em uma grande empresa, provavelmente enfrentará uma série de burocracias e de departamentos de relações com investidores com pessoas que ele tende a não conhecer ou ter acesso. Isso ocorre ao contrário nas startups. Fica mais fácil entender o que elas fazem, com quem falar e como seu dinheiro investido vai ser usado. Falar com o dono? Bem possível.

3 – Investimento baixo com grande potencial a longo prazo
As principais plataformas de equity crowdfunding precisam de pouco dinheiro para investir – na casa dos mil reais. Se esses pequenos investimentos dão certo, o retorno tende a ser muito maior do que o da renda-fixa ou de bolsa de valores, embora seja muito mais arriscado. “Isso leva pelo menos cinco anos para ocorrer e depende do desenvolvimento da empresa e das rodadas seguintes de investimento. O importante é assegurar que o investidor sempre tem preferência de participar nas rodadas seguintes de investimento”, diz o especialista.

4 – A crise abre cenário positivo para startups
Greg Kelly comenta que o mercado de equity crowdfunding nasceu em plena crise econômica na Inglaterra em 2010. “A situação atual do Brasil hoje tem similaridades a aquela de cinco anos atrás no meu país. As grandes empresas estão fechando vagas e reduzindo operações. Ao mesmo tempo, brasileiros recém-formados estão saindo da universidade com um alto nível de ensino e capacidade, mas com menos desejo de trabalhar em grandes instituições e mais vontade de criar novos produtos e serviços com empresa própria. Por isso, muita gente altamente qualificada vai optar por empreender, criar sua empresa e fazê-la crescer. Outros vão buscar as menores companhias, onde realmente poderão fazer a diferença. Essas empresas precisaram de capital seed, o que o equity crowdfunding resolve. Ou seja, a crise é uma oportunidade, não só para as pequenas empresas, mas para os investidores”.

5 – Proteção legal
Ao investir em uma startup via os principais equity crowdfunding, o investidor fica como credor de uma sociedade limitada (como um banco emprestando para a empresa, por exemplo) ou como um acionista de uma sociedade anônima. Nos dois casos, o patrimônio está protegido por lei, portanto não existe possibilidade de perder mais dinheiro que aquele que foi aplicado. Um investimento direto resultaria em problemas legais caso a empresa falisse. 

6 – Cases internacionais
O modelo de equity crowdfunding é extremamente popular em países como Reino Unido e Estados Unidos. Ele ajudou milhares de empresas a conseguirem financiamento. 

7 – Fazer acontecer uma empresa
Investir em uma boa startup geralmente é investir em um produto ou serviço que deve existir para facilitar a vida de muita gente por oferecer uma maneira inovadora de fazer alguma coisa. “É uma forma de fazer acontecer essas empresas que você sempre quis que existissem aqui no Brasil. Muitas vezes uma startup já tem tudo que precisa para conquistar um mercado – falta só o dinheiro inicial para dar um empurrão. E essa é uma oportunidade para o investidor participar ativamente deste processo”, finaliza Kelly.