Um ano de um bilionário: como o criador do WhatsApp gasta sua fortuna

Da Redação

Por Da Redação

20 de fevereiro de 2015 às 13:28 - Atualizado há 6 anos

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SÃO PAULO – Um ano atrás, o Facebook comprava o WhatsApp das mãos de Jan Koum e Brian Acton, transformando os dois em bilionários. O dinheiro foi uma grande mudança na vida do primeiro, que hoje é um dos 200 homens mais ricos do mundo, com US$ 7,1 bilhões. 

Imigrante ucraniano, Koum tem quase 40 anos – e a maioria deles foi de extrema pobreza. Tanto que ele sobrevivia com a ajuda do governo americano e seus programas de bem estar social, recebendo selos de comida. Logo depois sua vida melhorou quando virou um engenheiro de software no Yahoo, cargo que manteve até 2007.

Em 2009 ele fundou a sua startup WhatsApp, vendida para o Facebook no começo de 2014. Como conta o Business Insider, Koum resolveu, como gesto simbólico, assinar a papelada da venda na porta do escritório governamental que lhe provia ajuda quando pequeno, alguns quarteirões do escritório do WhatsApp. Nasceu o Koum bilionário. 

A comemoração foi regada a champagne caro – a Cristal, que custa US$ 200 cada garrafa. Foram duas caixas inteiras compradas para celebrar. Koum imediatamente saiu dos Estados Unidos e foi para Barcelona para um congresso, onde foi saudado por algumas autoridades, entre elas o prefeito.

Detalhe: ele apressou o fim da reunião que definiu a compra para do WhatsApp pelo Facebook para pegar o avião. A passagem ele havia comprado com milhagens para “economizar dinheiro”. “Se a compra não for fechada até quarta, não vamos fechá-la. Tenho uma passagem na quinta para Barcelona e comprei com milhagens, que não são facilmente trocadas ou recebidas de volta”, disse Koum na reunião. 

Em Barcelona, Koum resolveu dar uma grande festa, tanto para seu aniversário quanto para comemorar a venda, fechando uma boate chamada Boujils. Entre os convidados estava Mark Zuckerberg (vestindo jeans e um casaco com gorro) e a esposa, Priscilla Chan. 

Ele manteve seu carro, um Porsche e destacou que preferiu ter criado um “grande produto” do que adquirir riqueza. Alguns meses depois, fez a maior doação filantrópica de sua vida, doando US$ 556 milhões para a Fundação da Comunidade do Vale do Silício. 

Em outubro, a aquisição foi finalmente autorizada pelas autoridades norte-americanas e Koum pode ingressar no conselho do Facebook. Além disso, ele reduziu seu salário para US$ 1 anuais, mas tem um pacote de opções de ações do Facebook no valor de US$ 2 bilhões. 

Koum manteve seus hobbies, como pôquer, boxe e frisbee (ele gosta tando deste esporte que passou um ano inteiro viajando a América do Sul praticando frisbee). Um ano depois, Koum continua bilionário e ainda liderando a empresa dona do maior aplicativo de comunicação do mundo.