Startup ajuda escolas a formar alunos Acima da Média

O Acima da Média corrige, de forma quase automática, a redação do aluno baseada em apenas uma foto

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Por Júnior Borneli

9 de novembro de 2015 às 10:36 - Atualizado há 4 anos

Melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem da educação no Brasil é um do grandes desafios para esse novo milênio e iniciativas públicas e privadas voltadas para melhorar essa realidade, mais do que bem vindas, são necessárias. Certamente a Inovação e a Tecnologia podem fazer a diferença nessa realidade – foi acreditando nisso que dois professores de Língua Portuguesa da região norte do país, juntamente com um amigo Desenvolvedor criaram uma solução para o aprendizado e a prática da produção de texto no Ensino Médio – a Startup Acima da Média.

“O ENEM é o principal acesso às universidades e para garantir sua aprovação os alunos precisam ter um bom resultado na redação, mas, por falta de prática e de um acompanhamento adequado pelo professor, muitos não conseguem bons resultados” – afirma Renata Lameira, Me. em Ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa, idealizadora da solução.

Voltado para o Mercado B2B, a startup que funciona no site http://acimadamedia.com/ oferece às escolas um aplicativo para que o aluno possa acessar propostas de redação, tirar uma foto do texto que ele vai produzir e, após a correção do professor, receber um relatório de desempenho acompanhado de um plano de estudo personalizado – o aluno pode fazer o mesmo processo também pela Web. Já para o professor, a solução é a ferramenta de correção, “ela permite ao professor corrigir a redação de seus alunos até 5 vezes mais rápido e com mais qualidade! Para nós professores, isso faz toda a diferença”, afirma Renata Lameira.

Recentemente a Startup testou a solução na rede pública do Estado do Pará e agora estão em processo de implantação nas escolas particulares da região para início da ano letivo de 2016. “Estamos muito satisfeitos com a receptividade que as escolas tem dado a nossa solução. Isso nos mostra que estamos resolvendo uma dor real, ajudamos os alunos a ficarem mais competentes e os professores mais produtivos”, afirma Bruno Santos, co-fundador, responsável pela negociação com as escolas.