Os 2 tipos básicos de inovação (e como elas mudam o mundo)

Da Redação

Por Da Redação

2 de Maio de 2016 às 16:36 - Atualizado há 5 anos

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Há inúmeras formas de inovar. Seu negócio ou startup pode estar criando um mercado absolutamente novo ou melhorando algo que já existe. Talvez um misto dos dois, inventando uma forma completamente nova de vender algo que já existia.

Seja como for, a inovação é a alma do processo empreendedor que pode gerar escala. São raros (na verdade, eu não lembro de nenhum agora) os negócios que ganham força e fôlego sem ao menos uma melhoria frente os seus concorrentes.

Para falar mais do assunto, o StartSe vai realizar um hangout sobre inovação com Gustavo Caetano, CEO da Sambatech e que já foi chamado de “Mark Zuckerberg brasileiro” pela imprensa americana. O evento é totalmente gratuito e será extremamente enriquecedor. Para participar, é só clicar aqui e se inscrever.

Inovação incremental

Inovação incremental foca em fazer pequenas melhorias para processos, produtos e serviços que já existem. Isso pode ser qualquer coisa entre melhorar um ritmo de trabalho e automatizar parte do processo, até melhorias em sites para fazer o self-service mais fácil para o usuário.

Geralmente uma inovação incremental não cria um mercado próprio, mas a sua qualidade superior frente seus concorrentes pode fazer com que a empresa tenha mais chances de prosperar. Uma empresa que melhora seus processos constantemente é uma empresa pouco acomodada e que tem grandes chances de ganhar muito dinheiro lá na frente.

Um bom exemplo de um produto que teve uma espécie de inovação incremental foi o Windows, da Microsoft. Não foi ele que inventou a operação gráfica em sistemas operacionais, mas ele a popularizou com algumas melhorias pontuais frente ao fechado sistema usado pela Apple na época.

Inovação radical

Você provavelmente já ouviu falar da inovação disruptiva, que detona mercados existentes com produtos ou serviços completamente novos. A inovação disruptiva é uma derivada da inovação radical que é o processo de criar algo completamente novo.

As inovações radicais tendem a ser o resultado de grande pesquisa e desenvolvimento acerca de um assunto ou problema específico. Frequentemente, ela envolve (mas não necessariamente) novas tecnologias para resolverem problemas antigos.

Esses tipos de inovações são geralmente vistas como revolucionárias e tendem a dar espaço para a criação de grandes negócios – Facebook (e seus predecessores), ao criarem redes sociais foram altamente disruptivas. É o caso também da computação em nuvem, outra inovação da década passada, que fez com que empreender ficasse cada vez mais fácil.

Para mostrar um evento clássico, basta lembrar que o computador pessoal, inventado pela Apple lá atrás, matou todas as máquinas de escrever e cursos de datilografia passaram a ser visto como coisas do passado.

Combinando as inovações radicais e incrementais

Algumas empresas, porém, nascem de uma inovação radical para incrementar um mercado antigo. É o caso da empresa Zenefits, que prometia a gerência de benefícios empregatícios. Desenvolver novos processos para gerir antigos, em uma época em que a internet e o smartphone se tornam protagonistas cada vez maiores na economia mundial é importantíssimo.

Criar novas formas de vender produtos antigos e simplificá-los é uma tendência cada vez maior na economia, principalmente com a transição para o mobile. E isso é uma forma de inovação, com certeza.