O futebol explica sua empresa: veja quem da sua startup se encaixa na seleção brasileira

Da Redação

Por Da Redação

19 de agosto de 2016 às 12:01 - Atualizado há 4 anos

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Futebol é perfeito para explicar qualquer coisa: desde a sociedade, até qualquer casamento, política, economia.

Uma startup também pode ser explicada através do futebol. São conflitos que lá existem meramente humanos.

Vejo a seleção olímpica do Micale é uma startup: gente jovem, talentosa, ainda sem muito preparo para coisas maiores. Mas que estão fazendo um negócio espetacular e que tem grandes chances de obter o ouro na final contra a Alemanha.

Contudo, é da Alemanha que estamos falando. A mesma que ganhou de 7×1 da gente em pleno Mineirão (eu estava lá!). Então talvez a gente considere que a prata já é um lugar honrado para a gente.

Veja como eu imagino a seleção brasileira do Micale. Deixe seu comentário lá embaixo caso eu tenha escrito uma grande besteira e compartilhe com os amigos, caso tenha achado interessante. Válido notar que esses arquétipos existem em grandes empresas.

E jogue uma bolinha com seus colegas de trabalho. Você vai acabar percebendo quem é fominha, quem joga pro time, quem tem paciência, quem não suporta perder… enfim. Pode nascer coisas interessantes desse tipo de exercício aí!

Veja:

Weverton – É aquele funcionário que você não bota fé, contratado por uma característica que não é comumente ligada a função de seu cargo (ele foi convocado por ser bom com os pés e é goleiro), mas que surpreende todo mundo e passa uma segurança incrível. Merecia uma promoção, mas ninguém lembra que ele está lá. É o mais velho do grupo e o pessoal acaba estranhando ter um tio desses em uma startup.

Zeca – Na empresa anterior ele ocupava uma função, mas na sua ele ocupa outra e consegue se sair bem (mas nada excepcional). Foi contratado como uma boa aposta e tinha um currículo matador, mas as amarras fazem dele apenas um bom funcionário. Naturalmente ocuparia o espaço do Douglas Santos, e talvez até inveje aquele cargo.

Marquinhos –Já foi tido como um grande talento, rapaz educado e polido, até fala francês. Porém, tinha dois chefes que acabam ofuscando e não deixando-o o crescer (na vida real, Marquinhos é reserva do Thiago Silva e David Luiz no Paris Saint-German) na sua empresa anterior – e cogitava sair da empresa o tempo todo. Agora na Startup chamada Seleção Olímpica, tem a chance de brilhar um pouco mais.

Rodrigo Caio – É um jovem talento e uma jovem liderança. Está se destacando na empresa, mas acaba não chamando muita atenção pois não faz parte da equipe de estrelas, ocupando uma posição mais “estratégica”, como um zagueiro. Joga para o time, dá o sangue, mas não consegue ser o destaque.

Douglas Santos – Corre de um lado para o outro na empresa, faz tudo o que é necessário. Foi para uma grande empresa e acabou voltando por não se adaptar muito bem fora do ambiente de startup. Não chama muita atenção, mas não bebe até cair na festa da firma. Muito tímido, não consegue tomar os créditos pelo bom trabalho que faz.

Walace – Ninguém nem sabia o nome dele quando era estagiário, mas é o cara que carrega o piano para que o time brilhe. Trabalha no RH/Administrativo, ouve e impede que os erros dos outros se transformem em coisas grandes. Substituiu um dos grandes nomes da empresa no começo, mas quase ninguém lembra disso.

Renato Augusto – Contratado de fora para dar um pouco de organização a garotada e que assumiu o cargo de CTO, recebendo o maior salário da startup fora o CEO (na vida real, ele joga na China). Quando era jovem vivia esfolado, mas hoje em dia aprendeu o equilíbrio entre trabalho e vida. Estava em uma empresa escondido do mercado, mas o pessoal o contratou por conta de um bom trabalho na sua empresa anterior, a Corinthians S.A.

Gabriel Jesus – O estagiário talentoso abençoado por Deus. Não é o melhor da “linha de frente” da empresa (pode-se dizer que hoje é o “menos melhor”), mas todo mundo passa a mão na cabeça dele por ser muito jovem. Ele errou feio no começo do trabalho, mas se recuperou e vem se destacando na empresa também. Ano que vem ele vai estagiar em outra empresa, com um chefe espanhol que, dizem, é muito bom (mas que inventa demais).

Gabriel Barbosa, o Gabigol – Ele tem 19 anos, mas não é mais estagiário. Foi contratado por ser muito bom e talentoso e um pouco mais provado do que o Gabriel Jesus, que acaba sendo seu rival natural nas comparações que os chefes fazem na mesa do bar. Começou a trabalhar cedo e desde então vem apresentado bom resultados. Só que dizem que ele é o favorito do chefe e que por isso ele ganha tanta atenção. Balela. Contudo, o talento fez ele uma pessoa marrenta, meio arrogante – e isso acaba atraindo.  Diz que só sai da empresa para ser importante em uma outra gigante.

Luan – Ele é o segundo mais velho da linha de frente, mas era um pouco perdido na vida e só começou a trabalhar de uns dois anos para cá (o mesmo tempo que o Gabigol tem de carreira). Por isso mesmo, é subestimado, mas continua extremamente talentoso. Desde que entrou na empresa, o time cresceu em produtividade. Ele é menos fominha do que o resto da frente, joga mais para a equipe, conversa bastante com o pessoal.

Neymar – O CEO da equipe, um rapaz com muita visão, mas que por ser tido como um DEUS dentro da companhia, acabou se tornando uma pessoa extremamente fominha, cujos desejos precisam ser atendidos imediatamente. Um de seus investidores (Galvão Bueno!) puxava muito o saco, mas recentemente ficaram de saco cheio e o xingaram. Funcionou, ele até deu uma baixada de bola, mas muitas vezes tenta resolver sozinho e não consegue. Carrega a faixa de capitão, mas muita gente questiona se não era necessário trazer uma pessoa mais velha e experiente para liderar a empresa e deixa-lo em um cargo mais técnico. É como o Steve Jobs antes de ser demitido.

Rogério Micale – O head do board, colocado lá pelos investidores. Não era muito conhecido, mas tenta passar um direcionamento para os meninos quando pode e sempre se deu muito bem com os jovens com quem trabalhou na Figueirense Ltda e no Grupo Atlético Mineiro. Dizem que o Neymar e o Renato Augusto não ouviam muito ele e que o grupo estava rachado, mas o maior investidor da startup (Tite) se intrometeu e parece que o grupo está, novamente, ouvindo as ideias ousadas do professor Micale.

P.S: se esse post for um sucesso, faço a do 7×1 também. Tenho coisas LINDAS para falar do David Luiz.