Inovações e a superação de Lais Souza: saiba o que rolou no HealthTech Conference

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Por Isabela Borrelli

30 de junho de 2017 às 16:59 - Atualizado há 3 anos

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Em sua primeira edição, o Health Tech Conference, realizado pelo StartSe, reuniu mais de 500 pessoas, entre elas empreendedores e profissionais da área da saúde. Entre inovações e lançamentos, o dia foi repleto de palestras e apresentações de startups, sempre com o tema da saúde e inovação lado a lado.

Pedro Englert, CEO do StartSe, abriu o evento falando sobre as mudanças na tecnologia e como isso pode impactar a medicina. Em seguida, Robson Capasso, médico otorrinolaringologista que leciona na Stanford University, deu uma aula via hangout sobre as iniciativas de Health Tech no mundo e as novas tendências na medicina. Já focando mais no mercado brasileiro, Cristiano Englert, médico anestesista e co-fundador da GrowPlus, falou sobre startups de medicina e saúde no país.

Depois, subiu ao palco as startups Sollis (plataforma que permite a troca bidirecional de informações entre hospitais, clínicas, médicos, usuários, farmácias, laboratórios e muito mais), MedRoom (startup que desenvolve simulação para treinamento médico com realidade virtual),  Docway (por meio do app, o paciente recebe a consulta em casa) e OneSkin (plataforma que combina modelos reais de pele humana e marcadores moleculares para prevenir ou reverter o envelhecimento da pele). Cada uma apresentou seu produto, assim como suas inovações para a saúde.

Mariana Perroni, coordenadora médica de Watson Health para América Latina

Mariana Perroni, coordenadora médica de Watson Health para América Latina, apresentou as soluções do Watson para a medicina, desde tecnologias como big data até inteligência artificial. Logo depois, subiu ao palco Lívia Cunha, fundadora da Dr. CUCO, uma startup voltada para o gerenciamento de tratamentos médicos.

Para encerrar a parte da manhã, Marcus Figueredo, CEO da Hi Technologies, apresentou uma grande novidade: o Hilab, um serviço de laboratório online que, por meio de um dispositivo inovador – que cabe na palma da mão! – tira uma gota do seu sangue da ponta do dedo e coleta os dados em poucos minutos.

Marcus Figueredo, CEO da Hi Technologies ao lado do dispositivo que realiza exames na hora

À tarde, mais inovações chegaram ao palco do StartSe, tais como as da Samsung SIDIA, com Rodrigo Correia, business designer. A SIDIA é um centro de P&D responsável por criar soluções inovadoras para o mercado local e global por meio de atividades de pesquisa e desenvolvimento.

A segunda rodada de startups que se apresentaram incluíram: Anestech (startup dedicada a inovar usando tecnologia e informação para anestesiologia, promovendo a gestão de riscos e controle de eventos adversos), Kidopi (iniciativa cujo objetivo principal é fornecer maior número de dados de cada paciente), BrainCare (voltada para o monitoramento da pressão intracraniana com simplicidade e eficiência, sem incisões ou cirurgia) e Canguru (sistema para acompanhamento de gestantes, que oferece monitoramento de riscos em tempo real e intervenção para prevenção de eventos adversos).

Outras duas palestras também trouxeram temas como investimentos em startups de saúde, com Pedro Englert, e as inovações que são promovidas no Hospital Albert Einstein, com José Cláudio Terra, diretor de inovação da instituição.

José Claudio Terra, diretor de inovação do Hospital Albert Eisntein

O evento ainda contou com as healthtechs Epistemic (dispositivo que indica, através de sensores discretos, com antecedência de 25 minutos, a ocorrência de uma crise epilética), Epitrack (empresa que desenvolve plataformas de detecção digital de doenças para identificação antecipada de epidemias), NeoProspecta (empresa dedicada ao desenvolvimento de análises microbiológicas inovadoras, baseadas em sequenciamentos de DNA de nova geração), Laura Networks (Laura é o primeiro robô cognitivo gerenciador de risco do mundo. Identifica desde sepse até riscos epidemiológicos através de Inteligência Artifícial) e HooBox (primeiro programa de computador capaz de traduzir expressões faciais em comandos para a cadeira de rodas, sem a necessidade de sensores no corpo).

Finalizando o evento, subiu ao palco Lais Souza, ex-ginasta que sofreu um acidente em janeiro de 2014 enquanto estava esquiando. Lais ficou tetraplégica e, desde então, tem contado com a ajuda de várias tecnologias para melhorar sua sensibilidade e movimentos.

Willian Campi, cuidador, e Lais Souza

A ex-atleta e hoje símbolo de resistência e perseverança contou com serenidade sobre as mudanças pelas quais passou e como ela se adapta à vida com a ajuda da tecnologia. Bem-humorada, Lais fez piadas e contou que atualmente está cursando Psicologia. Ela também não escondeu seu desejo pelos avanços na tecnologia e chegou a contar de um robô improvisado que a ajudou a ficar em pé e como foi o tratamento com as células-tronco, que realizou entre 2014 e 2015.

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