“Há um apetite no Brasil para inovação”, diz sócio de maior aceleradora do mundo

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

27 de outubro de 2017 às 11:25 - Atualizado há 3 anos

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Geoff Ralson, sócio da Y Combinator – uma das maiores aceleradoras de startups do mundo – visita o Brasil pela primeira vez e, em entrevista à StartSe, define seu objetivo: “Eu quero conhecer o máximo de empreendedores que puder”.

Para ele, nunca teve hora melhor para começar uma startup no Brasil. “Tudo o que eu vejo aqui me diz que o Brasil é um ótimo lugar para começar uma empresa. O país tem um enorme mercado com um espírito empreendedor, há um apetite no Brasil para inovação”, afirma.

O sócio da Y Combinator enxerga as barreiras existentes, que são governamentais, de infraestrutura e de cultura. “Você tem que ter país confortáveis dizendo aos filhos ‘Sim, seja o próximo Bernardo – CEO da Quero Educação, startup brasileira acelerada pela Y Combinator -, construa a próxima Quero Educação’, mas isso leva tempo para se desenvolver”. A mudança de mentalidade é necessária, mas Geoff enxerga no Brasil um país que está disposto a mudar – e é o que as startups fazem.

Aceleração na Y Combinator

Para quem já possui uma startup, o primeiro passo, para ele, é inscrever-se em sua aceleradora. A chance de entrar no programa da aceleradora mais famosa do Vale do Silício (que dá consultoria e investe US$ 120 mil em troca de 7% de participação) nas primeiras tentativas é pequena, devido ao número de inscritos, mas apenas se inscrever já é entrar no caminho certo. “Ao se inscrever na Y Combinator, você diz para si mesmo ‘Eu acredito em mim mesmo e nessa ideia e quero levá-la para outro nível’”.

A startup não precisa estar super desenvolvida para ser aceita pela Y Combinator – pelo contrário, a aceleradora busca descobrir startups antes que outras pessoas o façam. Foi o que aconteceu com o Airbnb e Dropbox, que entraram na Y Combinator como startups ainda em fase inicial, e se tornaram unicórnios e empresas renomadas no mundo. “Nós estaríamos errados em negar uma empresa porque é desconhecida. Nós estamos interessados em grandes fundadores e grandes ideias, se conseguimos descobrir isso, não importa qual é o estágio da startup”, afirma.

Para Geoff Ralston, inovar no ecossistema de startups no Brasil é torná-lo um lugar melhor – objetivo parecido ao da Y Combinator de maximizar a inovação no mundo.

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