Fundador do YouTube cria startup GreenPark para engajar fãs de esportes

João Ortega

Por João Ortega

21 de outubro de 2019 às 16:46 - Atualizado há 1 ano

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O comportamento do fã de esportes está cada vez mais digital. De programas de sócio torcedor a games de esportes fantasy (como é o Cartola FC), empresas e clubes encontram novas maneiras de engajar o público na rede. Observando esta tendência, Chad Hurley, um dos criadores do YouTube, fundou a startup GreenPark, que vai unir aspectos de rede social, jogo virtual e conteúdo em uma única plataforma para torcedores de diversas modalidades.

A previsão de lançamento da GreenPark é para o primeiro semestre de 2020, e a startup já levantou US$ 8,5 milhões em uma primeira rodada de investimentos. O TechCrunch entrevistou Hurley, que falou sobre a proposta do novo negócio, mas não deu detalhes sobre como a plataforma irá funcionar na prática.

“A ideia de um ‘fã de esportes’ evoluiu. Agora, é mais um comportamento social do que nunca. Estamos procurando uma maneira muito maior e inclusiva de todos os fãs de equipes de esportes e e-sports jogarem”, diz o empreendedor.

Comunidade de fãs de esportes

A plataforma será baseada na gamificação coletiva, em que usuários jogam ao lado daqueles que torcem para o mesmo time, contra os rivais. Isto fica claro no anúncio de vagas da GreenPark, que define o negócio como “uma experiência de jogo móvel frenética em que os fãs que aumentarem suas apostas e mostrarem sua paixão vencerão”.

Toda a experiência estará atrelada aos resultados das equipes do mundo real. A plataforma terá conteúdos ao vivo enquanto as partidas acontecem. “Serão desde dados exclusivos dos jogos até vídeos com melhores momentos”, revela Chad Hurley. “Teremos uma experiência social de assistir à partida, que vai muito além de um vídeo”.

“O que é surpreendente em ser fã de um time ou jogador é o vínculo comum que você tem com outros fãs”, explica Hurley. “Mesmo que você não conheça os outros fãs do seu time, você vai vencer ou perder junto com eles”

Em relação à monetização, o fundador do YouTube não deu maiores detalhes à reportagem do TechCrunch. No entanto, há, na equipe do GreenPark, ex-funcionários de sites de apostas esportivas, apontando para possíveis parcerias com este setor. Além disso, cada usuário da plataforma terá um avatar próprio, o que indica que a customização no game pode ser uma fonte alternativa de receita.