Sundar Pichai fez uma alteração na gestão do Google (muito bem recebida)

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Por Isabella Câmara

22 de junho de 2018 às 13:38 - Atualizado há 2 anos

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Desde o início, o Google – uma empresa fundada por Larry Page e Sergey Brin, mas que agora está sob o comando do CEO Sundar Pichai – se baseou em um sistema de metas para executar e gerenciar seus projetos, o OKRs (Objetivos e Principais resultados, em tradução livre). O sistema, que envolve a definição envolve a definição de uma meta principal e o estabelecimento de três a cinco parâmetros mensuráveis por um determinado período, já foi adota por diversas empresas.

Para o Google, uma das primeiras empresas a adotarem os OKRs, estar em seu terceiro CEO significar estar em sua terceira versão desse processo. De acordo com John Doerr, no livro “Measure What Matters”, nos primeiros dias do Google foram estabelecidas metas trimestrais. Além disso, foi adicionado ao processo metas anuais. Ou seja, cada funcionário, dos engenheiros ao CEO, trabalhava com dois conjuntos de metas por vez: uma para expectativas de curto prazo e outro para as de longo. Agora, como CEO da Alphabet, Larry Page garante que todas as suas subsidiárias, incluindo o Google, continuarão utilizando OKRs – e até o próprio CEO tem o seu.

Mas quando Pichai assumiu o controle do Google, o CEO transferiu a empresa de volta para um conjunto de metas, removendo a trilha trimestral e implementando relatórios de progresso obrigatório para cada departamento. Segundo Doerr, são os objetivos de curto prazo que impulsionam o trabalho real. “A melhor prática pode ser uma cadência paralela com OKRs de curto prazo apoiando OKRs e estratégias anuais”, diz.

De acordo com Doerr, essa metodologia é semelhante à adotada anteriormente, porém mais fluida. A versão de Pichai permite que os funcionários se concentrem em um objetivo de cada vez e foi, provavelmente, uma simplificação bem recebida desde que sua promoção coincidiu com o novo enquadramento da empresa, que agora é estruturada sob uma empresa maior, a Alphabet.

A metodologia de Pichai faz sentido, uma vez que, segundo Doerr, “a melhor cadência da OKR é aquela que se encaixa no contexto e na cultura do seu negócio”. Ou seja, as táticas levemente diferentes, são um reflexo da mudança de cultura empresa: Page lidava com uma startup cheia de funcionários que precisavam ser orientados por OKRs, e Pichai estava assumindo uma empresa recém-estruturada com um dos maiores portfólios do mundo, na qual os funcionários eram mais valiosos quando estavam focados em uma só coisa.

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(Via: Business Insider)