Empoderando mulheres: um mercado promissor e gratificante

Da Redação

Por Da Redação

13 de junho de 2017 às 13:49 - Atualizado há 3 anos

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Por Renata Leal e Suzane G. Frutuoso, fundadoras da Mulheres Ágeis

Entre cem tentativas, pequenas vitórias, algumas frustrações. Dias de desafios, mas que chegam ao fim com o copo mais cheio. Somos mais felizes empreendendo, sem dúvida. Vamos com garra, confiança, contas na ponta do lápis e amizade para ver um negócio que nasceu de vivências particulares ganhar corpo, seguidoras (as MAGs), demanda e um mercado promissor: o de mostrar às mulheres que elas podem mais do que imaginam.

Mulheres Ágeis, fundada em janeiro, é uma empresa de desenvolvimento profissional e pessoal voltada para o público feminino. Nossos workshops ajudam mulheres a compreender em que momento estão na vida, na carreira, nas relações. Oferecemos cursos com conhecimento e ferramentas para que recriem suas realidades, proporcionando mais autonomia e liberdade de escolhas.

O que permeia todos os workshops é o empoderamento feminino, movimento global que exige respeito, igualdade de direitos e o fim de situações nas quais as mulheres se sintam constrangidas e acuadas. Há quem insista em dizer que é bobagem. Vamos a alguns números.

●     As brasileiras são 45% da força de trabalho no Brasil, mas até o fim de 2011 ocupavam apenas 7,9% dos cargos de diretoria (FGV); e ganham salários cerca de 30% inferiores aos homens para as mesmas funções (IBGE);

●     A pesquisa “Visível e Invisível: A Vitimização de Mulheres no Brasil”, realizada pelo Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que uma em cada três brasileiras foi vítima de violência em 2016. Não apenas a física, mas também verbal e emocional, que são graves e acabam levando à física;

●     Estudo de 2008 do Girls Scout Research Institute, nos EUA, indicou que um terço das meninas se disse com “medo de ser ridicularizada, de zangar os outros, de parecer mandona ou não ser querida pelas pessoas” caso se tornassem líderes.

Tivemos o privilégio de ser criadas para conquistar espaço. Ainda assim, enfrentamos pressões sociais comuns às mulheres. Adotamos como missão a desestruturação de estereótipos que desvalorizam o feminino e a exposição de mais mulheres líderes para inspirarem outras.

Temos duas atuações: capacitação, que são os workshops, e inspiração, que são essas histórias de líderes em breve publicadas no site www.mulheresageis.com.br. Criamos também workshops voltados às empresas que desejam debater o empoderamento feminino e se tornarem women friendly. Em maio, fizemos nosso primeiro seminário O Impacto das Mulheres, para debater onde chegamos e o que falta conquistar. Queremos levar o evento a outras cidades e torná-lo recorrente em São Paulo.

Aos poucos, estamos descobrindo na prática uma linda e especial característica do empreendedorismo feminino: o desejo de ganhar dinheiro, sim e muito, mas com propósito. Tornando vidas melhores, criando soluções de impacto positivo e que beneficiem pessoas nos mais diferentes segmentos. Ser parte dessa transformação é enriquecedor e gratificante.

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